Dia dos Namorados

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Hoje é uma data especial. Para milhões de pessoas no mundo inteiro e, em particular, para minha namorada e para mim. Infelizmente, hoje, é o primeiro de oito dos “Dia dos Namorados” que não passamos juntos. Ela está em terras distantes. Neste momento em Washington, com a mãe em visita a uma sobrinha-filha que, por acaso (como se isso existisse…) tem o mesmo nome de minha filha – Cynthia.

Mas ela, Rejane Mansur – minha namorada querida, amada, é minha inspiração e minha luz. É minha fortaleza. A pessoa que inspira e desperta toda minha doçura, meu afeto, o mais sublime de meu ser. Já tive outras namoradas, claro! Hoje, talvez pela maturidade, já não sinto necessidade de complemento. Ela é muito mais que isso. Ela é a pessoa que, ao longo desses sete anos de convivência, me aceitou como sou. Embora algumas vezes entremos em choque, pelos gênios parecidos e impositores, somos felizes. Talvez o fato de ambos sermos aquarianos ajude nessa sintonia.

Cumplicidade é uma palavra que nos acompanha desde os primeiros momentos juntos. Diria mesmo, desde as primeiras palavras trocadas.
Nossa história, que só a nós interessa, tem momentos pitorescos. Como a de todo casal de namorados, creio. Mas a cumplicidade sempre foi muito presente em nossos momentos. Aquilo de participar e de sentir verdadeiro prazer e orgulho com os momentos de felicidade do outro ou, por outro lado, de compartilhar e sofrer pelos momentos difíceis que o outro esteve passando é uma coisa que nos une.

Admiração. Creio ser um dos pilares de qualquer relacionamento. Tenho orgulho de tê-la como namorada, como companheira e, ninguém tem mais admiração pelo sucesso dela do que eu. Acredito também que ela tem orgulho por mim, pelas minhas vitórias, minhas conquistas. Lembro do dia que saiu o resultado da seleção do mestrado que estou atualmente cursando. Ela vibrou muito mais com o fato de eu ter sido classificado em primeiro lugar do que até eu mesmo. Tirou foto pra me mostrar e tudo.

Ela é Rejane.
Rejane que compõe belíssimas músicas,
Dentre tantas tão maviosas, uma foi para mim.
E nada do que recebi até hoje em vida,
Igualou-se ao valor daquela melodia sem fim.

Sem fim não significa que a música não tenha seu final
Mas no meu coração ela sempre estará vibrando
Com suas notas harmoniosas e suaves,
Rejane me ofertou seu amor em divino canal.

Nunca fui tão feliz em minha vida,
Ela é minha mais amada criatura,
Estes versos são pra você, meu amor,
Luz de meu caminho, atriz desta corrida.

Nossos braços em breve se cruzarão
Num carinho de afeto e desejo de corpos inebriados
Pelo tempo e distância nunca mais sofrerão
Momentos de tanta saudade e ligações com chiados.

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Alberto Valença nasceu em Olinda - PE. Sempre gostou muito de escrever, sendo a leitura um de seus divertimentos preferidos. Com quatro graduações concluídas, o autor enveredou por várias áreas do conhecimento. Em 1973 concluiu Licencitaura em Física pela UFPE, em 1980 concluiu Bacharelado em Psicologia e Formação de Psicólogo com especialização na área de Psicologia Escolar. em 1999 bacharelou-se em Direito e, no mesmo ano, foi aprovado na OAB-PE exercendo a profissão por dez anos. Publicou em 2014 um poema numa antologia e, agora, publica 15 poemas em outra antologia. Desde a infância gostava também de cinema e, em 2006, criou o blog Verdades de um Ser no qual divulga seus textos e comenta sobre literatura e cinema. Posteriormente, criou também o blog O seu companheiro de viagem, com o qual compartilha suas experiências de viagem oferecendo sempre dicas valiosas para quem quer viajar.
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3 ideias sobre “Dia dos Namorados

  1. Ivana Maria

    Que linda história de amor. Encontrar alguém assim, cativar e ser cativado por ele é mesmo uma benção. E você tem toda razão, meu amigo, é na admiração que se encontra toda a essência da afeição e cumplicidade. Parabéns pelo texto e que Deus abençoe cada vez mais a união de vocês. Um abraço.

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