Arquivo do autor:Alberto Valença

Sobre Alberto Valença

Alberto Valença nasceu em Olinda - PE. Sempre gostou muito de escrever, sendo a leitura um de seus divertimentos preferidos. Com quatro graduações concluídas, o autor enveredou por várias áreas do conhecimento. Em 1973 concluiu Licencitaura em Física pela UFPE, em 1980 concluiu Bacharelado em Psicologia e Formação de Psicólogo com especialização na área de Psicologia Escolar. em 1999 bacharelou-se em Direito e, no mesmo ano, foi aprovado na OAB-PE exercendo a profissão por dez anos. Publicou em 2014 um poema numa antologia e, agora, publica 15 poemas em outra antologia. Desde a infância gostava também de cinema e, em 2006, criou o blog Verdades de um Ser no qual divulga seus textos e comenta sobre literatura e cinema. Posteriormente, criou também o blog O seu companheiro de viagem, com o qual compartilha suas experiências de viagem oferecendo sempre dicas valiosas para quem quer viajar.

Moscou contra 007 – Terence Young [Filme online]

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Direção – Terence Young

Tendo dirigido também o primeiro filme da série, Terence Young foi contratado pelos produtores para dirigir novamente o segundo filme de James Bond, realizado um ano após o lançamento do primeiro. Ele foi também o diretor do quarto filme da saga – Tunderball (1965).

Conta-se que ele foi o responsável pela criação do perfil de James Bond. Um homem sempre sofisticado, vestido com ternos elegantes, um gosto requintado, profundo conhecedor de vinhos e de mulheres. Young sempre convidava Connery para jantares e o ensinava a comer e se comportar. Como andar, como falar e até como acender um cigarro. E Sean Connery seguiu todos os conselhos de Terence Young.

Clique nas imagens para ampliá-las.

Título original – From Russia with love

From Russia with love é o segundo filme da série James Bond. Após o sucesso estrondoso de Dr. No ou 007 contra o satânico Dr. No, como ficou posteriormente conhecido o primeiro filme Continue lendo

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Júlio César – Joseph L. Mankiewicz [Filme visto há 50 anos]

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Direção – Joseph L. Mankiewicz

O mesmo diretor de A malvada (1950) e Cleópatra (1963), Joseph L. Mankiewicz era um diretor norte-americano de longa carreira e muitas vezes premiado. Estreou como roteirista em 1929 no filme The Dummy (Assim falou o mudo). Só com o filme A malvada ele recebeu os Oscars de Melhor Diretor, de Melhor roteiro adaptado e de Melhor filme; o prêmio de Melhor diretor do Directors guilde of America award; o prêmio de Melhor diretor do New York film critics circle awards e o Globo de Ouro pelo Melhor roteiro.

Título original – Julius Caesar

Com um roteiro adaptado da peça homônima de William Shakespeare, Julius Caesar é um filme norte-americano lançado em 1953, quando ganhou o Prêmio Bodil, um prêmio instituído pela Dinamarca desde1948, pelo Melhor Filme americano.

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme no Cinema de Arte Coliseu no dia 19 de março de 1967, um domingo. Considerei-o ótimo e atribuí quatro estrelinhas na sua cotação artística, tendo arbitrado a cotação moral para Adolescentes.

Dados técnicos do filme

Produção – Estados Unidos
Ano de lançamento – 1953
Duração do filme – 2 horas
Gênero – Drama psicológico de ação
Preto e branco em tela pequena
Roteiro – John L. Mankiewicz (baseado na peça de Shakespeare)
Elenco e personagens:
Marlon Brando como Marco António
James Mason como Brutus
John Gielgud como Cássio
Louis Calhern como Júlio César
Edmond O’Brien como Casca
Greer Garson como Calpúrnia
Deborah Kerr como Pórcia
George Macready como Marulo
Michael Pate como Flávio
Richard Hale como Adivinho
Alan Napier como Cícero
John Hoyt como Décio Bruto
Tom Powers como Metelo Cimbro
William Cottrell como Cina
Jack Raine como Trebônio

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Um gosto de mel – Tony Richardson [Filme visto há 50 anos]

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Direção – Tony Richardson

Depois de realizar O anfitrião (1960), no Brasil também denominado Vida de solteiro, Tony Richardson dirigiu, em 1961, esta bela e triste história de Jô, vivida brilhantemente, pela então estreante Rita Tushingham, uma garota britânica de 15 anos, pobre e sem perspectivas de vida, que vive numa grande cidade da Inglaterra não definida no filme.

Título original – A taste of honey

Um gosto de mel ou A taste of honey no original, é um filme maravilhoso e, em muitos aspectos, um filme poético. Um grande crítico de cinema – Sérgio Vaz – dono do blog 50 anos de filmes, que está no meu blogroll, escreveu uma crítica excelente sobre este filme. Eu não conseguiria escrever melhor do que ele já o fez. E gosto muito de compartilhar coisas de boa qualidade com as pessoas que visitam este blog. Razão esta que me leva a fazer a recomendação veemente para que acesse o link abaixo para ler o que ele escreveu. Inclusive fiz um comentário lá na postagem dele que gostaria que você também lesse.

Ressalto que ele escreve lá sobre uma coisa importante, que não posso copiar para não lhe roubar a descoberta. Mas preciso mencionar. Ele escreveu sobre as ligações entre o filme de Tony Richardson – A taste of honey, e a música cantada pelos Beatles – A taste of honey, encontrada no álbum Please, please me, lançado na Inglaterra em 1963. Vale a pena a leitura. Acesse a postagem no link abaixo.

Crítica do filme Um gosto de mel no blog 50 anos de filmes

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme pela segunda vez, no cinema de Arte Coliseu no dia 15 de março de 1967, uma quarta-feira.  Considerei-o formidável, com uma cotação artística de quatro estrelinhas e atribuí a cotação moral para Adultos. Na primeira vez em que assisti a ele foi no cinema São Luiz, no dia 02 de outubro de 1965, um sábado, tendo atribuído desta vez a cotação de bom, isto é, três estrelinhas. Mas o que conta são as quatro estrelinhas da segunda vez.

O roteiro do filme foi baseado numa peça teatral de Shelagh Delaney com o mesmo título, isto é, A taste of honey. que também participa do roteiro do filme em conjunto com Tony Richardson. Este filme é um marco na história do cinema britânico pois, pela primeira vez na Inglaterra, são abordados temas como homossexualismo, relacionamento de branco com negro e uma protagonista estreante e personificando uma jovem de classe pobre.

Richardson ousou muito com este filme. Na Inglaterra na época, não existiam negros. O homossexualismo ainda era um tabu. Mas foi também genial ao escolher o tema, a roteirista e a música de John Addison, que introduz uma música divertida, alegre, contrastando com o tema infinitamente forte, pesado, triste e deprimente do filme.

A protagonista

Rita Tushingham, a protagonista estreante, tornou-se a queridinha da Inglaterra nos anos seguintes. Tanto isso é verdade que, em pouco mais de 50 anos de carreira, ela trabalhou em quase 50 filmes. Dentre eles, alguns de muito sucesso como é o caso de A bossa da conquista (1965) de Richard Lester, que ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes e Doutor Jivago (1965) de David Lean, no qual ela faz o papel da filha de Yuri Jivago (Omar Shariff). Seu último filme foi em 2012, Outside Bet de Sacha Bennett. Atualmente ela está com 75 anos.

Apesar de se um filme de mais de 50 anos, ainda é muito atual e, recomendo a você que procure assistir a ele. Garanto que você não se arrependerá. Desde que saiba apreciar filmes de boa qualidade,

Dados técnicos sobre o filme

Produção – Inglaterra
Ano de lançamento – 1961
Duração do filme – 1 hora e 40 minutos
Gênero – Drama romântico psicológico
Preto e branco em tela pequena
Música – John Addison
Elenco e personagens:
Rita Tushingham como Jo [Josephine]
Dora Bryan como Helen, a mãe
Murray Melvin como Geoffrey Ingham
Robert Stephens como  Peter Smith
Eunice Black como  Schoolteacher
Margo Cunningham como Landlady
Michael Bilton como Landlord
Paul Danquah como Jimmy

 

 

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Nova marca atingida! 70 mil acessos

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Feliz com a marca atingida – 70.000 acessos

O blog Verdades de um Ser acaba de atingir mais uma marca importante em sua existência. Contando apenas os acessos a partir de 13 de dezembro de 2014, isto é, apenas dos últimos dois anos e quatro meses, foi atingida a marca de 70 mil acessos exatamente às 23 horas e 47 minutos do dia 26 de abril de 2017, horário de Recife – PE.

Sinto-me muito feliz por isso. Claro que precisa-se registrar aqui que foram perdidos da contagem dos acessos, os que foram feitos enquanto o blog estava hospedado no Blogger (mais de 7 anos) e o pouco tempo que ficou no wordpress.com . Nesses dois ambientes juntos, foram atingidos 20 mil acessos. Isto está registrado na postagem do dia

A seguir os links para as postagens que falam sobre essas marcas ultrapassadas para quem quiser recordar ou conhecer. E isso faz bem pouco tempo!

10 mil acessos

20 mil acessos

Agradecimentos

Quero agradecer a cada uma das pessoas que colaborou para isso acontecer. E continuem acessando o Blog Verdades de um Ser. Estamos sempre procurando fazer o melhor. Se gostou, curta a página do blog no Facebook. Convide seus amigos a curtirem também. Convide também seus amigos a conhecerem o blog. Compartilhe as postagens com os amigos. Inscreva seu email no blog para receber em primeira mão as postagens resumidas.

Outra marca atingida e já ultrapassada é que o Blog Verdades de um Ser conta atualmente com 602 postagens publicadas.

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Histórias cruzadas – Tate Taylor [Filme online]

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Histórias Cruzadas (The Help) ou As Serviçais (Título em Portugal)

Filme norte-americano de 2011, colorido com 137 minutos de duração com a direção de Tate Taylor. Tate Taylor não tem muita experiência mas consegue realizar um ótimo filme que o Blog Verdades de um Ser oferece nesta sexta-feira como mais um filme online para você ver.

No elenco: Emma Stone, Bryce Dallas Howard, Viola Davis, Octavia Spencer, Mike Vogel, Allison Janney e Chris Lowell. Lançado no Brasil em fevereiro de 2012 e assistido por mim na Rede TeleCine em 17/12/2013, terça-feira.
Histórias Cruzadas (The Help) é um filme baseado no romance A resposta de Kathryn Stockett que conta a história de uma mulher caucasiana, Eugenia “Skeeter” Phelan, personagem de Emma Stone e seu relacionamento com duas empregadas domésticas negras, Aibileen Clark, personagem de Viola Davis que recebeu por este filme a indicação para o Oscar de melhor atriz coadjuvante em 2012 e Minny Jackson personagem de Octavia Spencer. que recebeu o Oscar de melhor atriz coadjuvante em 2012 por seu desempenho neste filme.

“Nas primeiras cenas do filme, a personagem Aibileen Clark (Viola Davis) exprime uma das primeiras frases que irão definir exatamente como é a sua vida e as das outras domésticas que surgirão ao longo do filme. Diz Albileen:

“Eu sou uma empregada, minha mãe foi empregada e minha avó foi uma escrava caseira”.

Clique na imagem para ampliá-la

Tudo que acontece nas vidas daquelas empregadas domésticas negras gira em torno dessa realidade: imutabilidade desta, a condição de que suas existências, que consiste em trabalhar nas casas de patroas brancas, preparando suas refeições e cuidando de seus filhos será Continue lendo

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O ente querido – Tony Richardson [Filme visto há 50 anos]

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Direção – Tony Richardson

Do mesmo diretor que ganhou os Oscars de Melhor diretor e Melhor filme em 1963 com o filme As aventuras de Tom Jones, Tony Richardson é um diretor norte-americano realizador de ótimos filmes.

Título original – The loved one

Baseado no livro homônimo de 1948, The loved one é o filme com que Tony Richardson deu continuidade à sua carreira como diretor de cinema logo após receber os Oscars acima mencionados, embora isso tenha acontecido dois anos depois. O livro é uma tragédia anglo-americana e o filme, se equipara a isto. Dennis é um inglês que vai para os Estados Unidos a convite de seu tio

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme no Cinema de Arte Coliseu no dia 12 de março de 1967, um domingo. Considerei-o excepcional e atribuí seis estrelinhas na cotação artística. Encarei a cotação moral como adultos com reservas.

Dados técnicos sobre o filme

Produção – Estados Unidos
Ano de lançamento – 1965
Música – John Addison
Duração do filme – 2 horas e 2 minutos
Preto e branco em tela pequena
Gênero – Comédia dramática satírica de críticas romântico psicológica
Elenco e personagens:
Robert Morse como Dennis Barlow
Jonathan Winters como Henry & Wilbur Glenworthy
Anjanette Comer como Aimée Thanatogenos
Rod Steiger como Sr. Joyboy
Dana Andrews como Gen. Buck Brinkman
Milton Berle como Sr. Kenton
James Coburn como Oficial da Imigração
John Gielgud como Sir Francis Hinsley
Tab Hunter como guia de turismo Whispering Glades
Margaret Leighton como Sra.. Helen Kenton
Liberace como  Sr Starker
Roddy McDowall como D.J., Jr.
Robert Morley como Sir Ambrose Abercrombie
Barbara Nichols como Sadie Blodgett
Lionel Stander como o Guru Brahmin
Robert Easton como Dusty Acres
Ayllene Gibbons como a mãe de Joyboy
Paul Williams como Gunther Fry
Alan Napier como o oficial do clube inglês
Bernie Kopell como assistente de Brahmin

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3 Histórias de amor – Alberto D’Aversa [Filme visto há 50 anos]

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Direção – Alberto D’Aversa

Alberto D’Aversa dirigiu antes deste filme Seara Vermelha (1963) baseado num romance de Jorge Amado. Ele era um diretor italiano que se radicou no Brasil. Morreu em São Paulo aos 49 anos de idade. Atualmente existe um teatro em São Paulo com o nome do diretor.

Título original – 3 Histórias de amor (Filme brasileiro)

Este filme brasileiro que foi lançado em 1966 e teve pouca repercussão como quase todos os filmes brasileiros. Com o filme 3 Histórias de amor, Joana Fomm e Dina Sfat foram premiadas. A primeira recebeu uma Menção Honrosa e a segunda, o Prêmio de Revelação Feminina no Festival de Cinema do Cabo Frio, RJ em 1966.

Aviso

Este filme já foi postado anteriormente aqui no blog com as anotações feitas no meu caderno de cinema mas, em virtude de eu estar publicando todos os filmes a que assisti em 1967 na ordem cronológica em que os vi há 50 anos, estou publicando-o novamente. Evidentemente, com outros comentários e informações que não constam na postagem original. Para quem desejar ler o que escrevi na outra postagem, abaixo vai um link que direciona para ela.

Postagem anterior sobre este filme

Aviso 2 – As fotografias desta postagem foram extraídas do site Preservação e difusão do acervo fotográfico da Cinemateca Brasileira. Para acessar a página clique no link.

Aviso 3 – Para ampliar as fotos basta clicar sobre elas.

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme no cinema São Luiz no dia 12 de março, um domingo. Considerei-o como um filme bom, tendo merecido apenas duas estrelas na cotação artística e na cotação moral foi encarado como um filme condenável, pelas cenas de sexo existentes.

Desta vez estou oferecendo várias fotos do filme quando, na primeira postagem, contem apenas uma foto dele.

Extraída do site do Governo Federal  Cinemateca Brasileira que pode ser acessado através do link.

Dados técnicos do filme

Produção – Brasil
Ano de lançamento – 1966
Duração do filme – 1 hora e 40 minutos
Gênero – Drama psicológico cômico e romântico
Preto e branco em tela pequena
Elenco e personagens:
Alvim Barbosa … (“A Carreta – Amor no Campo”)
Ricardo de Luca … (“A Carreta – Amor no Campo”)
Ruthinéa de Moraes … (“A Construção – Amor na Cidade”)
Francisco Diez … (“Madrugada – Amor na Praia”)
Shirley Escada … (“Madrugada – Amor na Praia”)
Nadir Fernandes … (“Madrugada – Amor na Praia”)
Joana Fomm … (segment “A Construção – Amor na Cidade”)
Edgard Franco … (segment “Madrugada – Amor na Praia”)
Gaby Go… (segment “Madrugada – Amor na Praia”)
Anita Kennedy … (segment “Madrugada – Amor na Praia”)
Roberto Orosco … (segment “Madrugada – Amor na Praia”)
Zéluiz Pinho … (segment “A Construção – Amor na Cidade”)
Renato Restier … (segment “Madrugada – Amor na Praia”)
Adelaide Ribeiro … (segment “Madrugada – Amor na Praia”)
Sílvio Rocha … (segment “A Carreta – Amor no Campo”)
Alberto Ruschel … (segment “A Construção – Amor na Cidade”) (as Alberto Miranda)
Dina Sfat … (segment “A Carreta – Amor no Campo”)
Ary Toledo … (segment “A Construção – Amor na Cidade”)
Nelson Xavier … (segment “A Construção – Amor na Cidade”)

 

A foto do cartaz acima foi extraída do site Cinemateca Brasileira e pode ser acessada através do link.

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A ilha dos amores proibidos – Damiano Damiani [Filme visto há 50 anos]

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Direção – Damiano Damiani

O mesmo diretor de O dia da coruja (1968), Damiano Damiani foi premiado por este filme A ilha dos amores proibidos como Melhor diretor no Festival de San Sebastian em 1965.

Título original – L’Isola d’Arthuro

L’Isola d’Arthuro é verdadeiramente uma obra-prima do cinema italiano. Com uma música muito bonita de Carlo Rusticheli, uma direção muito bem conduzida de Damiani, ótimos desempenhos de seus protagonistas e uma belíssima fotografia em preto e branco A ilha dos amores proibidos ou L’Isola di Arthuro é um filme para deixar marcas.

Aviso

Este filme já foi postado anteriormente aqui no blog com as anotações feitas no meu caderno de cinema mas, em virtude de eu estar publicando todos os filmes a que assisti em 1967 na ordem cronológica em que os vi há 50 anos, estou publicando-o novamente. Evidentemente, com outros comentários e informações que não constam na postagem original. Para quem desejar ler o que escrevi na outra postagem, abaixo vai um link que direciona para ela.

Postagem anterior sobre este filme

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme no Cinema de Arte Coliseu no dia 11 de março de 1967, um sábado. Atribuí a ele seis estrelinhas e o considerei excepcional com cotação moral para adultos com reservas. Este filme apresenta uma visão diferente da mesma história do filme Profanação (1962) e que retrata a história de Fedra da mitologia grega. Ela é filha de Minos, rei de Creta e Pacifae e casa com Teseu, rei de Atenas. Teseu, antes de casar com Fedra, tinha tido um filho com Antiopa, chamado Hipólito que já era um jovem formoso. Fedra apaixona-se por Hipólito que não aceita a corte da madrasta. Esta para vingar-se, se suicida e deixa uma carta acusando Hipólito de ser o responsável.  Teseu, que estava na guerra, ao retornar e ler a carta, manda matar Hipólito.

Neste filme há apenas uma inversão dos papéis pois, quem se apaixona pela madrasta é o filho. Mas é um filme belíssimo. Não foi à toa que escrevi na outra postagem que ele dificilmente será superado. E, como sendo um filme especial em qualidade, não poderia deixar de receber as seis estrelinhas.

Dados técnicos sobre o filme

Produção – Itália
Ano de lançamento – 1962
Duração do filme – 1 hora e 40 minutos
Música – Carlo Rusticheli
Filme em preto e branco em tela pequena
Gênero – Drama psicológico romântico
Elenco e personagens:
Vanni De Maigret … Arturo
Key Meersman … Nunziata
Reginald Kernan … Wilhelm
Gabriella Giorgelli … Teresa, a prostituta
Luigi Giuliani … Tonino Stella, o preso
e ainda: Elvira Tonelli, Luigi Zerbinati, Michele Barone, Aldo Vinci, Ireneo Petrucci e Ornella Vanoni

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´Túmulo do sol – Nagisa Oshima [Filme visto há 50 anos]

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Título original – Taiyô no Hakaba

Trata-se de um filme japonês muito chocante sobre a violência nas ruas de um bairro pobre de Tópquio no Japão, este Taiyo no Hakaba (O túmulo do sol) lançado em 1960.

Direção – Nagisa Ôshima

Do mesmo diretor de Império dos sentidos, Nagisa Oshima realiza O túmulo do sol na intenção de denunciar a violência e a falta de humanidade nas ruas de um bairro pobre do Japão nas primeiras décadas do século passado. Nagisa Oshima nascieu em Okayama no Japão em março de 1932 e morreu aos 80 anos vítima de pneumonia.

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme no cinema Art Palácio no dia 06 de março de 1967, uma segunda-feira. O filme é muito deprimente, revoltante, chocante. A juventude mostrada por Oshima neste longa é desumanizada. O filme é excepcional e mereceu seis estrelinhas pela precisão e crueza como Continue lendo

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Sempre aos domingos – Serge Bourguignon [Filme online]

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Título original – Les dimanches de Ville d’Avray ou Cybèle

Cybele é o melhor filme a que já assisti na minha vida. Trata-se de uma história de um aviador que ficou traumatizado após a guerra da qual participou. Ele bombardeou uma cidade e na hora do disparo vê uma menina que estava na rua e que será morta pela bomba que ele lançou. Isso o deixa muito mal. Ville D’Avray é o local onde ele mora e conhece a menina chamada Cybèle.

Um presente para Cybele, a minha irmã

Hoje é sexta-feira e é dia de filme online aqui no blog Verdades de um Ser. Tinha escrito na postagem de quarta-feira passada que não iria publicar filme online hoje. E que o filme desta semana seria aquele da postagem de quarta-feira, isto é, O homem do Prego. Mas depois, refletindo melhor, pensei: “Mas aquele filme já tinha sido publicado antes. Apenas a apresentação estava diferente mas, era o mesmo filme. Então resolvi pubicar outro filme hoje e, o escolhido, foi este Sempre aos domingos (Cybele), pela significação que ele tem para mim.

Fica também como um presente para minha irmã Cybele, e as filhas dela e os parentes e agregados que devem ter curiosidade para assistir a este filme.

Direção – Serge Bourguignon

A direção de Serge Bourguignon é primorosa neste longa. Ele é o principal responsável pela Continue lendo

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