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Um gosto de mel – Tony Richardson [Filme visto há 50 anos]

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Direção – Tony Richardson

Depois de realizar O anfitrião (1960), no Brasil também denominado Vida de solteiro, Tony Richardson dirigiu, em 1961, esta bela e triste história de Jô, vivida brilhantemente, pela então estreante Rita Tushingham, uma garota britânica de 15 anos, pobre e sem perspectivas de vida, que vive numa grande cidade da Inglaterra não definida no filme.

Título original – A taste of honey

Um gosto de mel ou A taste of honey no original, é um filme maravilhoso e, em muitos aspectos, um filme poético. Um grande crítico de cinema – Sérgio Vaz – dono do blog 50 anos de filmes, que está no meu blogroll, escreveu uma crítica excelente sobre este filme. Eu não conseguiria escrever melhor do que ele já o fez. E gosto muito de compartilhar coisas de boa qualidade com as pessoas que visitam este blog. Razão esta que me leva a fazer a recomendação veemente para que acesse o link abaixo para ler o que ele escreveu. Inclusive fiz um comentário lá na postagem dele que gostaria que você também lesse.

Ressalto que ele escreve lá sobre uma coisa importante, que não posso copiar para não lhe roubar a descoberta. Mas preciso mencionar. Ele escreveu sobre as ligações entre o filme de Tony Richardson – A taste of honey, e a música cantada pelos Beatles – A taste of honey, encontrada no álbum Please, please me, lançado na Inglaterra em 1963. Vale a pena a leitura. Acesse a postagem no link abaixo.

Crítica do filme Um gosto de mel no blog 50 anos de filmes

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme pela segunda vez, no cinema de Arte Coliseu no dia 15 de março de 1967, uma quarta-feira.  Considerei-o formidável, com uma cotação artística de quatro estrelinhas e atribuí a cotação moral para Adultos. Na primeira vez em que assisti a ele foi no cinema São Luiz, no dia 02 de outubro de 1965, um sábado, tendo atribuído desta vez a cotação de bom, isto é, três estrelinhas. Mas o que conta são as quatro estrelinhas da segunda vez.

O roteiro do filme foi baseado numa peça teatral de Shelagh Delaney com o mesmo título, isto é, A taste of honey. que também participa do roteiro do filme em conjunto com Tony Richardson. Este filme é um marco na história do cinema britânico pois, pela primeira vez na Inglaterra, são abordados temas como homossexualismo, relacionamento de branco com negro e uma protagonista estreante e personificando uma jovem de classe pobre.

Richardson ousou muito com este filme. Na Inglaterra na época, não existiam negros. O homossexualismo ainda era um tabu. Mas foi também genial ao escolher o tema, a roteirista e a música de John Addison, que introduz uma música divertida, alegre, contrastando com o tema infinitamente forte, pesado, triste e deprimente do filme.

A protagonista

Rita Tushingham, a protagonista estreante, tornou-se a queridinha da Inglaterra nos anos seguintes. Tanto isso é verdade que, em pouco mais de 50 anos de carreira, ela trabalhou em quase 50 filmes. Dentre eles, alguns de muito sucesso como é o caso de A bossa da conquista (1965) de Richard Lester, que ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes e Doutor Jivago (1965) de David Lean, no qual ela faz o papel da filha de Yuri Jivago (Omar Shariff). Seu último filme foi em 2012, Outside Bet de Sacha Bennett. Atualmente ela está com 75 anos.

Apesar de se um filme de mais de 50 anos, ainda é muito atual e, recomendo a você que procure assistir a ele. Garanto que você não se arrependerá. Desde que saiba apreciar filmes de boa qualidade,

Dados técnicos sobre o filme

Produção – Inglaterra
Ano de lançamento – 1961
Duração do filme – 1 hora e 40 minutos
Gênero – Drama romântico psicológico
Preto e branco em tela pequena
Música – John Addison
Elenco e personagens:
Rita Tushingham como Jo [Josephine]
Dora Bryan como Helen, a mãe
Murray Melvin como Geoffrey Ingham
Robert Stephens como  Peter Smith
Eunice Black como  Schoolteacher
Margo Cunningham como Landlady
Michael Bilton como Landlord
Paul Danquah como Jimmy

 

 

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O ente querido – Tony Richardson [Filme visto há 50 anos]

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Direção – Tony Richardson

Do mesmo diretor que ganhou os Oscars de Melhor diretor e Melhor filme em 1963 com o filme As aventuras de Tom Jones, Tony Richardson é um diretor norte-americano realizador de ótimos filmes.

Título original – The loved one

Baseado no livro homônimo de 1948, The loved one é o filme com que Tony Richardson deu continuidade à sua carreira como diretor de cinema logo após receber os Oscars acima mencionados, embora isso tenha acontecido dois anos depois. O livro é uma tragédia anglo-americana e o filme, se equipara a isto. Dennis é um inglês que vai para os Estados Unidos a convite de seu tio

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme no Cinema de Arte Coliseu no dia 12 de março de 1967, um domingo. Considerei-o excepcional e atribuí seis estrelinhas na cotação artística. Encarei a cotação moral como adultos com reservas.

Dados técnicos sobre o filme

Produção – Estados Unidos
Ano de lançamento – 1965
Música – John Addison
Duração do filme – 2 horas e 2 minutos
Preto e branco em tela pequena
Gênero – Comédia dramática satírica de críticas romântico psicológica
Elenco e personagens:
Robert Morse como Dennis Barlow
Jonathan Winters como Henry & Wilbur Glenworthy
Anjanette Comer como Aimée Thanatogenos
Rod Steiger como Sr. Joyboy
Dana Andrews como Gen. Buck Brinkman
Milton Berle como Sr. Kenton
James Coburn como Oficial da Imigração
John Gielgud como Sir Francis Hinsley
Tab Hunter como guia de turismo Whispering Glades
Margaret Leighton como Sra.. Helen Kenton
Liberace como  Sr Starker
Roddy McDowall como D.J., Jr.
Robert Morley como Sir Ambrose Abercrombie
Barbara Nichols como Sadie Blodgett
Lionel Stander como o Guru Brahmin
Robert Easton como Dusty Acres
Ayllene Gibbons como a mãe de Joyboy
Paul Williams como Gunther Fry
Alan Napier como o oficial do clube inglês
Bernie Kopell como assistente de Brahmin

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A ilha dos amores proibidos – Damiano Damiani [Filme visto há 50 anos]

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Direção – Damiano Damiani

O mesmo diretor de O dia da coruja (1968), Damiano Damiani foi premiado por este filme A ilha dos amores proibidos como Melhor diretor no Festival de San Sebastian em 1965.

Título original – L’Isola d’Arthuro

L’Isola d’Arthuro é verdadeiramente uma obra-prima do cinema italiano. Com uma música muito bonita de Carlo Rusticheli, uma direção muito bem conduzida de Damiani, ótimos desempenhos de seus protagonistas e uma belíssima fotografia em preto e branco A ilha dos amores proibidos ou L’Isola di Arthuro é um filme para deixar marcas.

Aviso

Este filme já foi postado anteriormente aqui no blog com as anotações feitas no meu caderno de cinema mas, em virtude de eu estar publicando todos os filmes a que assisti em 1967 na ordem cronológica em que os vi há 50 anos, estou publicando-o novamente. Evidentemente, com outros comentários e informações que não constam na postagem original. Para quem desejar ler o que escrevi na outra postagem, abaixo vai um link que direciona para ela.

Postagem anterior sobre este filme

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme no Cinema de Arte Coliseu no dia 11 de março de 1967, um sábado. Atribuí a ele seis estrelinhas e o considerei excepcional com cotação moral para adultos com reservas. Este filme apresenta uma visão diferente da mesma história do filme Profanação (1962) e que retrata a história de Fedra da mitologia grega. Ela é filha de Minos, rei de Creta e Pacifae e casa com Teseu, rei de Atenas. Teseu, antes de casar com Fedra, tinha tido um filho com Antiopa, chamado Hipólito que já era um jovem formoso. Fedra apaixona-se por Hipólito que não aceita a corte da madrasta. Esta para vingar-se, se suicida e deixa uma carta acusando Hipólito de ser o responsável.  Teseu, que estava na guerra, ao retornar e ler a carta, manda matar Hipólito.

Neste filme há apenas uma inversão dos papéis pois, quem se apaixona pela madrasta é o filho. Mas é um filme belíssimo. Não foi à toa que escrevi na outra postagem que ele dificilmente será superado. E, como sendo um filme especial em qualidade, não poderia deixar de receber as seis estrelinhas.

Dados técnicos sobre o filme

Produção – Itália
Ano de lançamento – 1962
Duração do filme – 1 hora e 40 minutos
Música – Carlo Rusticheli
Filme em preto e branco em tela pequena
Gênero – Drama psicológico romântico
Elenco e personagens:
Vanni De Maigret … Arturo
Key Meersman … Nunziata
Reginald Kernan … Wilhelm
Gabriella Giorgelli … Teresa, a prostituta
Luigi Giuliani … Tonino Stella, o preso
e ainda: Elvira Tonelli, Luigi Zerbinati, Michele Barone, Aldo Vinci, Ireneo Petrucci e Ornella Vanoni

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´Túmulo do sol – Nagisa Oshima [Filme visto há 50 anos]

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Título original – Taiyô no Hakaba

Trata-se de um filme japonês muito chocante sobre a violência nas ruas de um bairro pobre de Tópquio no Japão, este Taiyo no Hakaba (O túmulo do sol) lançado em 1960.

Direção – Nagisa Ôshima

Do mesmo diretor de Império dos sentidos, Nagisa Oshima realiza O túmulo do sol na intenção de denunciar a violência e a falta de humanidade nas ruas de um bairro pobre do Japão nas primeiras décadas do século passado. Nagisa Oshima nascieu em Okayama no Japão em março de 1932 e morreu aos 80 anos vítima de pneumonia.

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme no cinema Art Palácio no dia 06 de março de 1967, uma segunda-feira. O filme é muito deprimente, revoltante, chocante. A juventude mostrada por Oshima neste longa é desumanizada. O filme é excepcional e mereceu seis estrelinhas pela precisão e crueza como Continue lendo

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O homem do prego – Sidney Lumet [Filme visto há 50 anos e filme online]

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Título original – The pownbroker

The pownbroker (O homem do prego) é o exemplo de um filme torturante mas, de enorme valor pela exploração muito aprofundada dos sentimentos dos personagens, especialmente do sofrido Sol Nazerman (Rod Steiger) na melhor interpretação de sua carreira.

O filme é baseado no livro The pownbroker de Edward Lewis Wallant.

Direção – Sidney Lumet

Do mesmo diretor de Fail Safe (Limite de segurança), uma obra-prima do cinema universal, Sidney Lumet também se revela com este filme, realizado no mesmo ano do anterior, como  um dos melhores diretores do cinema americano, um excelente realizador.

Seu primeiro filme já foi ganhando o Urso de Ouro no Festival de Berlim em 1957. Foi a primeira versão do filme Doze homens e uma sentença, com John Ford no papel principal. Ele também foi o realizador de A colina dos homens perdidos (1965) e O grupo (1966).

Aviso

Este filme já tem uma postagem sobre ele aqui no blog e, por essa razão, não reproduzirei as minhas anotações no caderno de cinema de 1967. Para quem quiser ler o que escrevi na outra Continue lendo

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A lista de Adrian Messenger – John Huston [Filme visto há 50 anos]

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Título original – The list of Adrian Messenger

A lista de Adrian Messenger é um filme lançado em 1963 baseado no livro The list of Adrian Messenger de Philip MacDonald. É um filme de suspense e mistério com um elenco de estrelas.

Direção – John Huston

Há poucos dias postei aqui um filme deste mesmo diretor. John Huston dirigiu inúmeros filmes ao longo de sua vida. Como escrevi na outra postagem sobre ele em Moulin Rouge, John Huston dirigiu mais de cinquenta filmes e, também este, é um dos destaques.

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme no cinema São Luiz no dia 25 de fevereiro, um sábado, encerrando os filmes de fevereiro. O filme trás uma grande dose de mistério. Adrian Messenger, vivido por John Marivale, é um escritor que tem uma participação mínima no filme mas, importantíssima. Ele oferece uma lista de dez nomes a um amigo da polícia secreta inglesa que irá dar a pista sobre Continue lendo

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O satânico Dr. No – Terence Young [Filme visto há 50 anos]

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Título original – Dr. No

Este foi o primeiro filme do agente secreto britânico James Bond, também conhecido como Agente 007. Dr. No foi lançado em 1962 e transformou-se numa série de muito sucesso até os dias atuais com uma saga de 24 filmes. É o terceiro maior sucesso de bilheteria de uma franquia. O primeiro é a série de Harry Potter e o segundo os filmes do super-herói Marvel.

Este título da postagem é o que foi exibido no cinemas no ano de seu lançamento no Brasil, em 1963. Atualmente eles mudaram o título deste filme para 007 contra o satânico Dr. No.

Direção – Terence Young

Foi o responsável pela caracterização de James Bond como personagem. Terence Young nasceu na China, em Xangai mas educou-se na Inglaterra. Foi o realizador não só deste filme mas também do segundo e quarto filme da saga de 007.

Aviso importante

Este filme já tem uma postagem anterior aqui no blog, a exemplo de tantos outros vistos no ano de 1967. Como estou postando em sequência, todos os filmes vistos há cinquenta anos, uma vez que estamos em 2017 e como pretendo, como já mencionei em postagem anterior, postar cada filme exatamente no dia em que assisti a ele há 50 anos, vou postar novamente este filme com anotações diferentes das que escrevi na postagem original mas, para quem Continue lendo

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Os indiferentes – Francesco Maselli [Filme visto há 50 anos]

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Título original – Gli indifferenti

Os infiferentes (Gli indifferenti) é um filme realizado por Francesco Maselli e lançado em 1963 estrelado pela belíssima e inigualável Claudia Cardinale.

Direção – Francesco Maselli

Francesco Maselli é o responsável por esta obra-prima do cinema italiano. Seu primeiro grande sucesso foi Os delfins (1960), também com Claudia Cardinale.

Aviso

Este filme já foi postado anteriormente aqui no blog e, consequentemente, não irei reproduzir o conteúdo do que escrevi originalmente mas, você poderá (e deverá) ler pois eu falo muitas coisas sobre ele na postagem primitiva. Para ler o que escrevi antes, basta clicar no link abaixo e, recomendo que o faça.

Postagem anterior deste filme

Assisti a este filme duas vezes no cinema. A primeira, no cinema Art Palácio, em 1965, no dia 20 de novembro, um sábado. A segunda, no cinema São Luiz no dia 11 de fevereiro de 1967, também num sábado. Na primeira vez eu o considerei apenas bom, atribuindo-lhe três estrelinhas e meia. Na segunda vez, foram seis estrelinhas e a cotação de excepcional. Ele foi o melhor filme do mês de fevereiro e o Melhor filme de 1967.

Como escrevi naquela época, embora já o tivesse visto em 65 no Art Palácio, não dei, na época, o valor que merecia, (tinha apenas 14 anos quando assisti a ele pela primeira vez), não só como Continue lendo

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Horas perdidas – Daniel M. Petrie [Filme visto há 50 anos]

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Título original – Stolen hours

Stolen hours (Horas perdidas) é um filme lançado em 1963 estrelado por Susan Hayword que não teve grande repercussão.

Direção – Daniel M. Petrie

Daniel M. Petrie também dirigiu O sol tornará a brilhar (1961), Cocoon II – O regresso (1988) e Lassie (1994).

Dados técnicos sobre o filme

Produção – Estados Unidos / Inglaterra
Ano de lançamento – 1963
Duração do filme – 1 hora e 37 minutos
Gênero – Drama romântico psicológico
Colorido em tela pequena
Elenco e personagens:
Susan Hayward … Laura Pember
Michael Craig … Dr. John Carmody
Diane Baker … Ellen
Edward Judd… Mike Bannerman
Paul Rogers … Dr. Eric McKenzie
Robert Bacon … Peter
Paul Stassino … Dalporto
Jerry Desmonde … Coronel
Ellen McIntosh … Miss Kendall
Gwen Nelson … Freira do Hospital
Peter Madden … Reynolds
Joan Newell … Sra. Hewitt
Chet Baker … Ele próprio

Sinopse

Laura sai de uma festa sozinha, pega seu carro e sai dirigindo pela estrada. No caminho ela Continue lendo

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Seduzida e abandonada – Pietro Germi [Filme visto há 50 anos e filme online]

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Título original – Sedotta e abbandonata

Neste filme italiano de 1964 Sedotta e abbandonata (Seduzida e abandonada), estrelado pela belíssima Stefania Sandrelli, iremos assistir a fortes críticas aos costumes sociais sicilianos que são inaceitáveis e absurdos. Sendo hoje sexta-feira, coincidiu a postagem reservada para esta data ser a de Seduzida e abandonada que você poderá ver este filme online como cortesia do Blog Verdades de um Ser.

Direção – Pietro Germi

O mesmo diretor do divertidíssimo Divórcio à italiana (1961), com o qual conquistou o Oscar de Melhor roteiro original em 1962, Pietro Germi foi também indicado ao Oscar de Melhor diretor por aquele filme. Este Seduzida e abandonada foi realizado logo a seguir o filme mencionado.

Dados técnicos sobre o filme

Produção – Itália / França = Franco Cristaldi
Direção – Pietro Germi
Em preto e branco e tela pequena
Ano de lançamento – 1964
Duração do filme – 1 hora e 55 minutos

Elenco e personagens:
Stefania Sandrelli como Agnese Ascalone
Aldo Puglisi como Peppino Califano
Saro Urzì como Don Vincenzo Ascalone
Lola Braccini como a mãe
Lando Buzzanca como Antonio Ascalone
Leopoldo Trieste como Barão Rizieri Zappalà
Lola Braccini como Amalia Califano
Umberto Spadaro como o primo Ascalone
Roteiro baseado no livro de Luciano Vincenzoni
Rocco D’Assunta como Orlando Califano
Paola Biggio  como Matilda Ascalone
Oreste Palella  como Potenza, o chefe de polícia
Lina La Galla como Francesca Ascalone
Roberta Narbonne como Rosaura Ascalone
Rosetta Urzi como Consolata, a empregada
Adelino Campardo Bisigato
Vincenzo Licata como Profumo, o agente funerário
Italia Spadaro como tia Carmela
Gustavo D’Arpe Ciarpetta, o advogado
Salvatore Fazio como padre Mariano
Roteiro Pietro Germi, Luciano Vincenzoni, Agenore Incrocci e Furio Scarpelli

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme no cinema São Luiz no dia de fevereiro de 1967, um sábado. Na ocasião eu o Continue lendo

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