Arquivos da categoria: Verdades de meu ser [Textos autorais]

O nosso dia-a-dia – Poesia [Texto autoral]

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Poesia (texto autoral)

Esta poesia, composta por Alberto Valença Lima, é dedicada a uma pessoa muito especial na minha vida. Pessoa muito cara há um longo tempo. Ela é dedicada a você, meu amor. Noiva de quase um ano, amor de uma eternidade que já dura quase 50 anos.

O nosso dia-a-dia

Versos de Alberto Valença Lima
em 2018, janeiro, 14, às 12 h.

Embalado nas tuas juras de amor,
sigo feliz pelo dia inteiro a sorrir.
Minhas juras também te deixam abrir
um sorriso de flor do teu desejo interior.

Nada detém nosso amor a crescer,
e devagar construímos nossos sonhos,
que no passado distante foram cortados
em pedacinhos que, aos poucos juntamos.

Mas não são cacos, esses sonhos impedidos
por quem não compreendeu toda grandeza
de um amor que na juventude surgiu,
numa festa de 15 anos em meus braços dançando.

Aquela menina de longos cabelos negros cheirosa,
de branco vestido, em bordados teu belo corpo enfeitava.
Mas em passos de valsa, samba e foxtrote, bolero e forró,
deslizava naquele salão de luzes e cores que a música entoava.

Temos algo em nossos corações a cantar,
com alegria e muito desejo de em breve casar.
Nossos dias serão, com certeza, cheios de vida,
E muita felicidade, amor, respeito e cumplicidade.

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Participação em uma nova antologia

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Publicação de Antologia

Hoje recebi dois exemplares de uma publicação da qual participei com um dos meus poemas selecionados pela Câmara Brasileira de Jovens Escritores (CBJE). Esta edição foi de setembro mas só hoje a recebi por problemas na edição e envio da mesma. Mas trata-se da publicação de antologia cujo título é Os mais belos poemas de amor, e cuja capa encontra-se abaixo, juntamente com a medalha que recebi por ter sido selecionado.

Junto com o livro veio também um diploma e uma medalha, que reproduzo abaixo. E também a poesia que foi escolhida para participar da antologia intitulada “Amor calado“.

Este poema encontra-se também publicado no site da editora – Câmara Brasileira de jovens Escritores (CBJE). Clique no link acima (título da poesia) para ser direcionado para lá.

Amor Calado ou Amor escondido

Versos de Alberto Valença Lima
2017, june, 18th. 11h 27min

Como é triste um amor que, calado,
esconde-se no coração apaixonado!
Mas nunca é tarde para teu sentimento
desabrochar como flor em primavera,
e a todos os seres que vivem no planeta
encantares com teu amor de luneta
a contemplar as estrelas e os cometas,
que no teu coração, por timidez, escondeste.
Mostra então tua poesia, ó doce criatura,
e abraça as pessoas que pelo teu caminho passarem.

Não deixes teu amor escondido.
Amor escondido é como chuva que não caiu…
Amor escondido, é como flor que não abriu.
Amor escondido, é como sorriso que não se viu.
Amor escondido, é como sono que não dormiu.
Amor escondido, é como a carta que não seguiu.
Amor escondido é como o beijo que não sentiu.
Amor escondido, é como a grávida que não pariu.

Não faça assim, ó Linda menina sutil.
Derrama teu amor nas luas de abril.

Esta poesia também ganhou um concurso havido na Casa dos Poetas e da Poesia ficando em 4º lugar, que abaixo também reproduzo.

 

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Hino ao amor para Socorro [Texto autoral]

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Hoje, no primeiro dia do ano, quero compartilhar um poema feito para o meu grande amor. Na verdade, um hino ao amor. O maior amor que já vivi em minha vida. E que já dura mais de 46 anos. Um hino de amor composto para esta mulher a quem entreguei todo meu ser.

HINO DE AMOR PARA SOCORRO

Versos de Alberto Valença Lima

Saudade que vem e fica
Não pode jamais se achegar
Pra minha tristeza apagar.

Não vem, saudade na porta
Bater pra meu coração afogar
Mas se trouxeres a amada,
De meu coração a cantar,

És benvinda em meu quarto,
Ó saudade, que me fazes sonhar!
E as tristezas de minh’alma afastar

Nesta hora de tanto pesar,
Por minha noiva em São Paulo estar,
E eu aqui, em Olinda, a vagar.

Minha amada Socorro a sonhar,
Como queria o teu corpo abraçar,
E em teus braços, poder me aconchegar!

 

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Olhar pra você… (um poema)

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Há um longo tempo que não posto aqui no blog. Hoje compus o poema a seguir e senti vontade de publicá-lo aqui. Título do poema – Olhar…

Olhar…

Versos de Alberto Valença Lima

Olhar pra você
me traz lembranças
que me remetem
a um passado distante.

Olhar pra você,
me faz feliz
e preenche meu ser
com o amor que a você dedico.

Olhar pra você,
sempre produz
muitas coisas boas
em mim e no mundo.

Olhar pra você,
é como se a lua
promovesse um espetáculo privado
em sua homenagem para mim.

Olhar pra você,
desperta em mim
o homem apaixonado
que seu olhar, a você dedica.

09 dez 2017, às 21 h.

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Uma poesia minha premiada

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Poesia minha premiada

Poesia premiada não é para todos. Merece sempre destaque. Fico feliz em compartilhar com tod@s que visitam este blog uma poesia minha premiada com o segundo lugar num júri popular da CPP – Casa dos Poetas e da Poesia. Agradecido e surpreso, exibo o diploma e o meu poema a seguir.

Poesia minha premiada

Poesia minha premiada

Soneto do Casamento desejado

Por todo amor que durante a vida te dediquei,
quero com esta aliança nossa união selar.
Não te posso fazer este pedido sem exaltar
todo carinho que ao teu coração supliquei.

Não quero ouvir nada além de um sim
E não quero que fiques desse jeito assim
Nesse momento eu só quero festejar
Nosso amor que de brilho a vicejar

Não impede que cantemos a comemorar
Esta data que nossa vida vai marcar.
E com uma prece, em oração, abençoar.

Nada mais te posso com carinho ofertar
Mas a alegria que em teu rosto vi enfim,
É como as flores que nascem em meu jardim.

Versos de Alberto Valença Lima. Protegido pela Lei n. 9.610 de 19/02/1998.

Poesia minha premiada

Clique na imagem para ampliá-la

Poesia minha premiada

Não esperava obter uma classificação tão destacada ao participar deste concurso da CPP. Fiquei surpreso hoje ao constatar que havia sido distinguido com o segundo lugar no citado Continue lendo

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Reminiscências de adolescência [Texto autoral]

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Relembrando um fato curioso

Esta postagem tinha escrito há muito tempo. Há mais de dois anos e, por alguma razão, não a publiquei. Faço isto hoje pois acho o fato curioso, o que relato a seguir.

fato curioso

Crônica inspiradora

A leitura de uma crônica de Jabor num livro que estou lendo – “Amor é prosa, sexo é poesia” – inspirou-me a escrever este texto que há muito tinha vontade e, acredito mesmo, que já o mencionei aqui no blog. Hoje vou escrever sobre minhas reminiscências de adolescente. Para isto, quero falar em namoradas.

Meninas, mulheres, que já amei, que já significaram muito para mim, que, de algum modo, marcaram minha história e hoje, quero relembrá-las. Não quero aqui fazer nenhuma apologia à leviandade mas, fui um cara muito namorador. Nunca contei quantas namoradas tive mas, se fosse fazê-lo e conseguisse lembrar de todas, não tenho dúvidas de que chegaria nos três dígitos. E é porque eu era muito tímido. Tímido a tal ponto que, muitas vezes, em festas, ficava em pé, próximo a alguma mesa, criando coragem pra chamar pra dançar, alguma menina que me interessara  mas, quase sempre, ou eu passava a noite inteira ali, parado, inerte, em pé e sem coragem de ir adiante, ou via algum outro rapaz, chegar até ela, e levá-la pra o salão, deixando-me frustrado.

fato curiosoPor morar perto da praia, era o MAR que muitas vezes escutava os meus lamentos, ou as minhas alegrias pois, quase nunca, tinha com quem conversar. MAR. Estas três letras ou a palavra que elas formam, já tiveram grande importância na minha história.  Sabem por quê? Pois participavam sempre dos nomes das mulheres com quem fui envolvido, a começar pela minha mãe que se chamava MARia Olívia. Então, com exceção da minha primeira “namorada” se assim posso chamá-la, todas as demais tinham estas 3 letras na formação de seus nomes. Isto não parece curioso?

As mulheres de minha vida com MAR no nome

Marlene – com quem me correspondi por mais de 3 anos. Morava no Rio e foi um grande amor utópico;
Marluce e Lucimar- que moravam no Varadouro em Olinda;
Márcia – que estudava no Estadual de Olinda e tinha as mais belas pernas do colégio;
Marilene – com quem estudei no 2º ano ginasial e por quem fui muito apaixonado mas nunca a ela me declarei. Anos mais tarde, encontro-a num banco e descubro que ela também era apaixonada por mim.

Marília – que tinha os olhos verdes mais belos que já vi;
Marta – que ficava no quarto comigo escondida da mãe;
Guiomar – que fez de tudo pra que eu transasse com ela mas o risco de engravidá-la nunca me permitiu;
Marisa -que tinha as mãos mais macias que já encontrei;
Margarida – Morava no Jordão. Era bem longe de casa.

mulher-mar

Cleomar – conheci nos ensaios de uma festa para debutantes quando eu fui um dos escolhidos pra dançar a valsa por ser aluno do Colégio Militar;
Mauricéia – era uma doidinha com quem dancei quadrilha no São João. Dela tenho saudades.

Marina – que morava na rua onde eu morava e todas as tardes, passava por minha casa, diminuindo os passos ao se aproximar, até que fui convencido por um amigo a ir procurá-la;
Margot – com quem fiz a maior loucura de minha vida: transei com ela nas escadas do prédio onde ela morava;
Risomar – que conseguiu eliminar o medo que eu tinha de ir até a mesa tirar alguém pra dançar.

As especiais

Maria do Socorro – de quem fui noivo e a chamava de Pombinha sendo por ela chamado de Baby;

Teresa Maria – uma das pessoas a quem mais amei na vida e em quem eu dei meu primeiro beijo;

As Marias

Além de dezenas de Marias como Maria Luíza, que morava perto da padaria; Maria do Carmo, que era feia de dar pena mas sabia viver; Ana Maria, que depois de Marlene, foi a mulher mais extraordinária que conheci; Maria Angélica que nada tinha de angelical, era um furacão; Marias de Fátima, teve umas 3 ou 4, Maria Elisa, mais velha que eu, ensinou-me muitas coisas e foi a única mulher mais velha com quem me relacionei. Não, houve outra muito tempo depois, cujo nome não recordo.

Bem, a razão pela qual isso acontecia eu não sei. Talvez tenha alguma relação com o fato de eu ser de aquário, esta minha ligação com a água pois, outro fato interessante é que, muitas dessas mulheres eram de peixes que, por estranho que pareça, também vivem no mar. O mar que considero assemelhar-se ao infinito.

 

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Questões gramaticais # 16 – Emprego de Haver significando Existir

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Houve ou houveram?

O uso do verbo haver significando existir causa muitas dúvidas nas pessoas e, frequentemente, escuto ou leio um emprego errado deste verbo. Vou então escrever um pouco hoje sobre como empregar corretamente o verbo haver nestas situações.

Que resposta você deu para a pergunta acima na imagem?  Qual a forma correta?

Haver significando existir

Bem, se você escolheu a primeira alternativa, acertou. Mas muitas vezes escutamos a segunda alternativa não é mesmo? Sabe por quê? Algumas pessoas acham que o verbo sempre tem que concordar com o sujeito. Mas isso não é verdade. Em algumas situações (como esta, por exemplo), o verbo é impessoal, isto é, ele não concorda com o sujeito e fica sempre no singular.

Então se lembre a partir de agora. Sempre que empregar o verbo haver, veja se pode substituí-lo pelo verbo existir. Em caso afirmativo, ele ficará no singular, independente do sujeito ser plural ou singular.

Outras situações semelhantes

Também é impessoal o verbo HAVER significando tempo transcorrido. Por exemplo: Há dez dias que a loja está fechada.

Situação equivalente ocorre com o verbo FAZER significando tempo. Sempre que o verbo FAZER é empregado no sentido de tempo ele é impessoal, logo, não varia com o sujeito. Independente de o sujeito estar no singular ou plural, o verbo sempre será empregado no singular (3ª pessoa).

Desse modo, qual é o certo? Fazem duas semanas que estou doente, ou Faz duas semanas que estou doente?

O correto é Faz duas semanas que estou doente, pois, como o verbo FAZER está empregado no sentido de tempo, deve ficar na terceira pessoa do singular, independente de ser uma semana, duas ou dez semanas.

Exemplos:

Emprego correto.

Faz três meses que eu comecei a me exercitar

Os operários fazem carros na fábrica (não está sendo usado em situação de tempo)

Faz mais de dois mil anos que  Jesus nasceu.

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Crônica de um viajante [Parte 2]

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Continuando minha crônica de viajante, hoje vou escrever sobre uma viagem para o Ceará. Mais precisamente, para Quixeramobim, terra natal de meu pai, onde moravam meus avós paternos. Na época, apenas meu avô ainda era vivo.

Quixeramobim – CE

Já tinha ido uma vez àquela fazenda onde a seca era o cartão postal. Fora com meu pai e meu irmão mais novo, Alexandre. Não recordo se Continue lendo

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UMA GOTINHA DE SOL

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Hoje quero compartilhar um texto que escrevi há muito tempo. Devia ter uns 20 anos ou menos. Para que entendam o seu conteúdo, preciso fazer uma rápida ambientação e falar sobre o que aconteceu antes. Estava noivo e este noivado acabou deixando-me completamente arrasado. Passei nove meses em estado de completo aniquilamento até que depois desse tempo, resolvi escrever o texto a seguir que foi lido em público numa igreja (Igreja dos Salesianos, Recife – PE) para mais de 200 pessoas durante uma missa dominical. Leiam então o que escrevi. Espero que gostem. Peço que deixem suas opiniões sobre o texto nos comentários.

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Uma gotinha de sol

Depois de tanto tempo ausente, meu amigo Cristo, por motivos que bem sabes quais foram, volto para falar contigo e, tenho um presente a dar-te: a perda de um amor que sofri (e sofri muito, tu bem o sabes) e a minha vitória.  Por isto, passei tanto tempo longe de ti, sem te procurar. Tinha vergonha de mostrar-me tão fraco, sabendo da tua superioridade. E eu não queria ter-te por amigo para que fosses mostrar-me que eu jamais poderia chegar a amar como tu. E, embora sabendo que tu não farias isto, não quis arriscar-me. Hoje eu volto pra te contar a história, pois já consegui superar a decepção, a derrota! Não voltaria aqui, se não fosse assim. Foi aqui que te encontrei pela primeira vez e, foi aqui, que me deste, pela primeira vez, a maior sensação de calor humano que já senti. Não poderia voltar, caso não pudesse eu também, transmitir esse calor para os outros. E eu não poderia, se não estivesse amando a alguém, que trás, como uma estrela, o eco das nebulosas de volta para mim e, como uma rapozinha, devolve-me as coisas que são essenciais e ensina-me novamente a “ver as coisas que são invisíveis para os olhos mas, que se vê bem, quando se olha com o coração.” Continue lendo

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Café com poesia [Texto autoral]

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Olá, tenho tido pouco tempo para atualizar o blog. Alguns de meus compromissos com vocês eu tenho relaxado. Como por exemplo, os filmes que deveriam estar sendo postados nas sextas feiras. Peço desculpas por isso e vou procurar não falhar tanto.

Hoje quero dividir com você uma espécie de repente, ou como alguns falam, desafio de que participei num site de poesias. Foi muito interessante pois, ao postar lá uma poesia que tinha feito e publicado no Recanto das Letras e que nunca rendeu mais que alguns comentários, de repente, virou um desafio, um dueto que aqui reparto com você.

CAFE COM POESIA

Inicialmente, republiquei na Casa dos Poetas, uma de minhas poesias já publicadas no RL. Uma poetisa da casa, Edith Lobato, resolveu responder ao convite com  outra poesia. Aí ficou assim.

Convite pra um café

Onde tu moras querida?
A ti quero conhecer
um café, vai na saída
só terei muito prazer.

E a todos os demais,
que me visitar vierem,
sejam muito bem-vindos,
puxe a cadeira e espere.

Um café será servido,
e meus poemas e textos,
podem ler, eu vos convido
seus comentários deixados

são todos muito bem quistos
embora o convite fosse
para uma garota que quero.

Versos de Alberto Valença

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Clique na imagem para ampliá-la

Edith então respondeu com o seguinte poema.

Resposta ao convite

O prazer é todo meu
Querido Alberto Valença
Respondo o convite seu,
com minha doce presença.

Cheguei e já sinto o cheiro,
do café que o verso exala,
por toda essa grande sala;
vou me apresentar primeiro.

Sou natural do Pará,
Nascida em Fortaleza.
Há muito saí de lá
Deixando o que me prendia.

Meu pai, minha mãe, irmãos,
a paz onde me criei.
Levando nas minhas mãos,
os sonhos que inventei.

Poeta, eu sofri demais!
Nem sabes o que passei,
mas como sou pertinaz
no estudo me debrucei.

O sonho de ser doutora,
tão cedo me abandonou,
Eu, hoje, sou professora,
o amor que me encantou.

Obrigada e até mais ler,
os versos de tua lavra,
pra mim será um prazer,
senti palavra a palavra.

Edith Lobato 03/01/15

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Clique na imagem para ampliá-la

Eu, não satisfeito, fiz uma réplica para o poema da Edith. Vejam como ficou.

Réplica à resposta de Edith

Edith Lobato quisera,
saber como tu, esse belo versejar;
me inebria qual doce quimera,
e me acolhe; que mais posso almejar?

Tens por sobrenome um mito
um dos maiores do Brasil,
isso te distingue no rito,
do café que te ofereço sutil.

Minha agradável paraense,
por não te conhecer ainda,
crio um certo suspense,
colocando-te na berlinda.

Professora tão sofredora
vamos logo nos assentar
E talvez até uma cantora
Poderemos também convidar.

Para cantar esses teus versos,
com melodia, estrelas e luar
Não admitiremos encontros adversos
Fico feliz por te agradar.

Versos de Alberto Valença 03/01/2015

Ela, mais uma vez, respondeu ao meu poema com outro em uma tréplica. Depois, um dos participantes da casa reuniu os quatro poemas em uma só imagem e ficou como mostrado abaixo.

Resposta à réplica de Alberto Valença

Querido Alberto Valença
escuta o que eu vou te contar,
assim eu te peço licença,
pra teu verso treplicar.

Nasci na floresta grandiosa,
ao som do sussurro das águas.
Saci, tucuxi, boto rosa,
conheço igual minhas mágoas.

O canto que soa na mata
é grande mistério divino,
parece que soa até sino,
no véu que adorna a cascata.

O lobo que adorna meu nome
herdei do meu grande herói
de quem a ausência consome
e a saudade, me corroí.

Na terra de pedra miúda,
o Rio Tapajós se debruça,
o ouro fez gente graúda
morrer com tiro na fuça.

Amigo poeta agradeço,
por tua gentil deferência,
tu tens o meu grande apreço,
respeito tua experiência.

Edith Lobato – 03/01/16

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