Revista Novo Horizonte – Lançamento 17a. edição

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Revista Novo Horizonte

Ontem, dia 15 de outubro de 2017, aconteceu o lançamento da 17ª edição da  Revista Novo Horizonte. O fato aconteceu no auditório da Infraero, no Aeroporto Internacional dos Guararapes em Recife – PE. Trata-se de uma Revista de Literatura editada pela escritora e poetisa Lourdes Nicácio e pela jornalista Raphaela Nicácio.

Com uma presença bem superior ao lançamento da edição anterior na Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco ocorrida em 13 de dezembro de 2016, esta 17ª edição da revista trouxe uma novidade – o lançamento paralelo de um site para divulgação da Revista e dos seus autores na internet. O endereço é o www.edicoesnovohorizonte.com.br que já está disponível e tem um vusual muito bonito. Nesta edição, é feita uma homenagem aos 480 anos de Recife e aos 482 anos de Olinda, comemorados no último dia 12 de março. Está incluído nela um texto de minha autoria sobre as duas cidades que pode ser lido no link abaixo.

O que falar de Recife e Olinda?

No texto, destaco o surgimento de Olinda e, posteriormente, o crescimento de Recife. Embora à sombra da cidade Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade, Recife hoje é muito mais em termos de desenvolvimento do que a antiga Marim dos Caetés. Na crônica falo das suas pontes e do Rio Capibaribe que a tantos poetas já inspirou. Falo ainda de seus edifícios e monumentos, de suas praças. E também de algumas de suas instituições como o famoso Castelo de Brennand ou da Oficina de Brennand onde se encontram variadas e belas obras em cerâmica.

Mas não só apenas eu, falo destas duas encantadoras cidades pernambucanas. Raphaela Nicácio, uma das editoras da revista, oferece uma bela homenagem reproduzindo uma redação com a qual recebeu a Menção Honrosa no Concurso Nacional de Redação Assis Chateaubriand em 1997. Este e outros textos, podem ser conferidos no sítio da revista no link acima. Aglaura Catão escreve um poema sobre a Rua da Aurora, Bartyra Soares escreve outro intitulado Ressurreição de Olinda, Lourdes Nicácio nos presenteia com o poema O Recife e o Capibaribe, e outros mais. Audálio Alves escreve o poema Assepsia reproduzido abaixo:

“Quando o mar do Recife
assim se banha,
o dia amanhece
em minhas
mãos.”

As homenagens da Revista

Myriam Brindeiro, uma das homenageadas da revista, pelos seus 80 anos de vida, oferece através desta edição da revista duas de suas composições – Recife das Pontes e Ladeiras de Olinda cujas músicas podem ser conferidas no Youtube através dos links acima.

Pelópidas Soares, pai da poetisa Bartyra Soares, sobre quem já escrevi alguns posts aqui no blog foi outro homenageado pelos seus 95 anos de nascimento. Para ele, Bartyra escreveu um poema que está na página 23 da revista e pode ser conferido no link a seguir.

Cantiga de ninar para meu pai

E, é claro, as homenagens especiais da Revista às duas cidades – Recife e Olinda que também podem ser conferidas no link acima. Abaixo uma foto dos presentes no lançamento.

Pois aí está. A nova edição desta revista literária já está no ar. Já está nas mãos dos apreciadores da arte literária e da cultura.

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Recife em tom menor – Bartyra Soares [Livro]

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 Bartyra Soares

A poetisa Bartyra Soares, acaba de lançar seu mais novo livro no mercado. Recife em tom menor é uma obra composta por 40 poemas com o tema Recife, e 14 fotografias do jornalista e fotógrafo Marcus Prado que ilustram o livro contendo 103 páginas numa primorosa edição da Companhia Editora de Pernambuco – CEPE.

Recife recebeu dois presentes. Um em 1984, quando Bartyra resolveu sair de sua cidade natal e vir morar nesta cidade tão encantadora e, ao mesmo tempo, tão cheia de mazelas. O segundo neste ano de 2017 com o lançamento deste livro que homenageia esta cidade que lhe acolheu.

Fotografia de Marcus Prado

Recife em tom menor

O novo trabalho da Imortal Bartyra Soares, a poetisa e escritora de Catende – PE, está dividido em duas partes. A primeira contendo 24 poemas com a temática Recife, e a segunda seis, todos relativos ao Capibaribe, rio que banha a capital pernambucana e já serviu de inspiração para muitos outros poetas. Manoel Bandeira, João Cabral de Melo Neto, Olegário Mariano e outros. Até Dom Helder já escreveu poesia sobre este rio que embeleza o Recife. Que já lhe causou muitos danos mas também lhe empresta uma beleza singular ao correr por seus bairros como uma criança a brincar, se esgueirando em suas pontes.

Clique na imagem para ampliá-la Fotografia de Marcus Prado

Dados técnicos do livro

Recife em tom menor, Bartyra Soares, Fotografias – Marcus Prado, prefácio Luzilá Gonçalves Ferreira, Recife, CEPE, 2017, 103 p. ISBN – 978-85-7858-440-5

Minhas impressões registradas no Skoob

Sobre o livro, durante a leitura, assim me expressei no Skoob, a maior rede social para leitores do Brasil: Um livro realmente ótimo, como todos os de Bartyra. Ela consegue exprimir suas idéias com uma graça singular. Um exemplo disso são os versos da poesia que abre o livro – Ciranda recifense.

“As pontes dão as mãos aos bairros
e eis que começa a ciranda do Recife (…)”

“Pontes dão as mãos aos bairros”. Que bela imagem para dizer que as pontes ligam os bairros. Esta e outras imagens poéticas utilizadas por Bartyra nesta obra, valorizam muito o seu brilhante trabalho. E, ao finalizar a leitura, assim escrevi naquele espaço: Um encanto este último lançamento de Bartyra. Um livro de poemas líricos e cheio de imagens poéticas riquíssimas, o que valoriza muito a publicação. Já citei a que inaugura o livro fazendo sua abertura. Agora citarei a que encerra com chave de ouro, esta belíssima obra da poetisa pernambucana e Imortal da Academia Pernambucana de Letras, Bartyra Soares.

Da segunda parte do poema Toada do Capibaribe – Autorretrato

” (…) Sou chuva escorrendo deitada
escombro de nuvem
pássaro de asas alquebradas
que não mais possui o céu.”

Alem desta, quero citar ainda outra outra imagem belíssima construída nesta obra por Bartyra. Isto sem falar nas fotografias encantadoras de Recife, do fotógrafo e jornalista Marcus Prado, e que ilustram o livro. Do poema Reflexões do Capibraibe III.

” (…) Enquanto isso a batida dos remos
dos barqueiros noturnos cortam as estrelas
que tremulam nas minhas águas de verão.”

A apresentação

Com uma apresentação de Gil Vicente, o famoso artista plástico recifense, o livro se inicia, após uma bela imagem do fotógrafo, associada a um poema de Joaquim Cardoso. Ele oferece ao leitor um rico texto sobre as imagens de Marcus Paulo que ilustram o livro, ressaltando a raridade atual de quem dirige a objetiva de sua câmera para a captação “daquilo que vê o caminhante”.  Segundo ele, embora nos dias atuais a fotografia esteja muito mais difundida que há alguns anos, cerca de 60% delas, estão com as lentes voltadas para quem está com a câmera na mão. Seja uma câmera propriamente dita ou um celular ou um tablete. São as famosas selfies, largamente praticadas na atualidade.

O lamentável nesta apresentação, é que o pintor usa o substantivo POETA como se fosse comum de dois gêneros, isto é, palavras em que o feminino e o masculino são idênticas, como é o caso de artista, por exemplo. Mas neste caso não é, embora algumas pessoas insistam em afirmar que sim. POETISA é o feminino de POETA. E isto não é uma opção. É imperativo.  Infelizmente, Cecília Meireles usou esta construção uma vez, para si, no poema Motivo. E isto fez com que muita gente quisesse imitá-la. Mas, é bom lembrar, que os poetas gozam de uma prerrogativa denominada licença poética. Esta lhe dá o direito de ferir certas regras do bom português. Entretanto, isso só acontece quando no exercício de seu ofício, isto é, só na construção de um poema. Mas neste caso, a despeito de muitos afirmarem que poeta pode ser comum de dois gêneros, continuarei afirmando: O feminino de poeta é poetisa. Não aceito a tentativa de mudar isso. Sei que a língua evolui mas, neste caso, para mim, mulher que constrói versos continuará sendo POETISA.

O prefácio

O prefácio é da poetisa Luzilá Gonçalves Ferreira, famosa feminista, também pernambucana, da Cidade das Flores, Garanhuns. Ela oferece ao leitor em pouco mais de quatro páginas, um interessante jogo de palavras, aproveitando as construções poéticas da autora ao longo do livro. E encerra sua participação nesta obra com a sublime construção a seguir.

” Com este livro, o Recife deve a Bartyra Soares o ter transformado em belas palavras e fantásticas fotos o que de si mesmo só pode ser dito e visto em tom menor. Que é o tom da melancolia, da tisteza sufocada, da nostalgia que não sabe seu nome. Mas que a voz do eu lírico e da arte fotográfica transformam em canto: discreto e comovente. ”

Fotografia – Marcus Prado

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O caçador de pipas – Marc Forster [Filme online]

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Título original – The kite runner

Amir é um garoto de uma família rica de Cabul, cidade do Afeganistrão. Amir tem um amigo quase da sua idade, Hassan, que é pobre e criado de Amir. The kite runner é a história desta amizade entre esses meninos,  baseada no livro homônimo de Khaled Rosseini e apaptado por David Benioff.

Direção – Marc Forster

O diretor premiado de Em busca da Terra do Nunca (2004) Marc Forster realiza um filme que foi considerado pela crítica como um importante veículo para estudo e análise das questões históricas, políticas e culturais presentes no romance. O cenário político do filme é situado entre a queda da monarquia no Afeganistão no início da década de 70 no século passado, o golpe e a invasão comunista no final da mesma década, a fuga em massa de refugiados para o Paquistão e Estados Unidos e a implantação do regime militar dos  Talibã e sua ascensão ao poder nos anos noventa. Marc Forster consegue captar tudo isso na narrativa do filme. No ano seguinte (2008), Forster realizaria Quantum of Solace, um dos filmes da saga James Bond.

Narrativa do filme

O filme é bastante fiel ao livro no qual se baseia seu roteiro. A adaptação de David Benioff mantem a lição oferecida por Khaled Rosseini no seu livro que o lançou como escritor e que, em pouco tempo, transformou-se num best seller mundial. O fato de que sempre se tem uma Continue lendo

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Moscou contra 007 – Terence Young [Filme online]

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Direção – Terence Young

Tendo dirigido também o primeiro filme da série, Terence Young foi contratado pelos produtores para dirigir novamente o segundo filme de James Bond, realizado um ano após o lançamento do primeiro. Ele foi também o diretor do quarto filme da saga – Tunderball (1965).

Conta-se que ele foi o responsável pela criação do perfil de James Bond. Um homem sempre sofisticado, vestido com ternos elegantes, um gosto requintado, profundo conhecedor de vinhos e de mulheres. Young sempre convidava Connery para jantares e o ensinava a comer e se comportar. Como andar, como falar e até como acender um cigarro. E Sean Connery seguiu todos os conselhos de Terence Young.

Clique nas imagens para ampliá-las.

Título original – From Russia with love

From Russia with love é o segundo filme da série James Bond. Após o sucesso estrondoso de Dr. No ou 007 contra o satânico Dr. No, como ficou posteriormente conhecido o primeiro filme Continue lendo

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Júlio César – Joseph L. Mankiewicz [Filme visto há 50 anos]

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Direção – Joseph L. Mankiewicz

O mesmo diretor de A malvada (1950) e Cleópatra (1963), Joseph L. Mankiewicz era um diretor norte-americano de longa carreira e muitas vezes premiado. Estreou como roteirista em 1929 no filme The Dummy (Assim falou o mudo). Só com o filme A malvada ele recebeu os Oscars de Melhor Diretor, de Melhor roteiro adaptado e de Melhor filme; o prêmio de Melhor diretor do Directors guilde of America award; o prêmio de Melhor diretor do New York film critics circle awards e o Globo de Ouro pelo Melhor roteiro.

Título original – Julius Caesar

Com um roteiro adaptado da peça homônima de William Shakespeare, Julius Caesar é um filme norte-americano lançado em 1953, quando ganhou o Prêmio Bodil, um prêmio instituído pela Dinamarca desde1948, pelo Melhor Filme americano.

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme no Cinema de Arte Coliseu no dia 19 de março de 1967, um domingo. Considerei-o ótimo e atribuí quatro estrelinhas na sua cotação artística, tendo arbitrado a cotação moral para Adolescentes.

Dados técnicos do filme

Produção – Estados Unidos
Ano de lançamento – 1953
Duração do filme – 2 horas
Gênero – Drama psicológico de ação
Preto e branco em tela pequena
Roteiro – John L. Mankiewicz (baseado na peça de Shakespeare)
Elenco e personagens:
Marlon Brando como Marco António
James Mason como Brutus
John Gielgud como Cássio
Louis Calhern como Júlio César
Edmond O’Brien como Casca
Greer Garson como Calpúrnia
Deborah Kerr como Pórcia
George Macready como Marulo
Michael Pate como Flávio
Richard Hale como Adivinho
Alan Napier como Cícero
John Hoyt como Décio Bruto
Tom Powers como Metelo Cimbro
William Cottrell como Cina
Jack Raine como Trebônio

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Um gosto de mel – Tony Richardson [Filme visto há 50 anos]

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Direção – Tony Richardson

Depois de realizar O anfitrião (1960), no Brasil também denominado Vida de solteiro, Tony Richardson dirigiu, em 1961, esta bela e triste história de Jô, vivida brilhantemente, pela então estreante Rita Tushingham, uma garota britânica de 15 anos, pobre e sem perspectivas de vida, que vive numa grande cidade da Inglaterra não definida no filme.

Título original – A taste of honey

Um gosto de mel ou A taste of honey no original, é um filme maravilhoso e, em muitos aspectos, um filme poético. Um grande crítico de cinema – Sérgio Vaz – dono do blog 50 anos de filmes, que está no meu blogroll, escreveu uma crítica excelente sobre este filme. Eu não conseguiria escrever melhor do que ele já o fez. E gosto muito de compartilhar coisas de boa qualidade com as pessoas que visitam este blog. Razão esta que me leva a fazer a recomendação veemente para que acesse o link abaixo para ler o que ele escreveu. Inclusive fiz um comentário lá na postagem dele que gostaria que você também lesse.

Ressalto que ele escreve lá sobre uma coisa importante, que não posso copiar para não lhe roubar a descoberta. Mas preciso mencionar. Ele escreveu sobre as ligações entre o filme de Tony Richardson – A taste of honey, e a música cantada pelos Beatles – A taste of honey, encontrada no álbum Please, please me, lançado na Inglaterra em 1963. Vale a pena a leitura. Acesse a postagem no link abaixo.

Crítica do filme Um gosto de mel no blog 50 anos de filmes

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme pela segunda vez, no cinema de Arte Coliseu no dia 15 de março de 1967, uma quarta-feira.  Considerei-o formidável, com uma cotação artística de quatro estrelinhas e atribuí a cotação moral para Adultos. Na primeira vez em que assisti a ele foi no cinema São Luiz, no dia 02 de outubro de 1965, um sábado, tendo atribuído desta vez a cotação de bom, isto é, três estrelinhas. Mas o que conta são as quatro estrelinhas da segunda vez.

O roteiro do filme foi baseado numa peça teatral de Shelagh Delaney com o mesmo título, isto é, A taste of honey. que também participa do roteiro do filme em conjunto com Tony Richardson. Este filme é um marco na história do cinema britânico pois, pela primeira vez na Inglaterra, são abordados temas como homossexualismo, relacionamento de branco com negro e uma protagonista estreante e personificando uma jovem de classe pobre.

Richardson ousou muito com este filme. Na Inglaterra na época, não existiam negros. O homossexualismo ainda era um tabu. Mas foi também genial ao escolher o tema, a roteirista e a música de John Addison, que introduz uma música divertida, alegre, contrastando com o tema infinitamente forte, pesado, triste e deprimente do filme.

A protagonista

Rita Tushingham, a protagonista estreante, tornou-se a queridinha da Inglaterra nos anos seguintes. Tanto isso é verdade que, em pouco mais de 50 anos de carreira, ela trabalhou em quase 50 filmes. Dentre eles, alguns de muito sucesso como é o caso de A bossa da conquista (1965) de Richard Lester, que ganhou a Palma de Ouro no Festival de Cannes e Doutor Jivago (1965) de David Lean, no qual ela faz o papel da filha de Yuri Jivago (Omar Shariff). Seu último filme foi em 2012, Outside Bet de Sacha Bennett. Atualmente ela está com 75 anos.

Apesar de se um filme de mais de 50 anos, ainda é muito atual e, recomendo a você que procure assistir a ele. Garanto que você não se arrependerá. Desde que saiba apreciar filmes de boa qualidade,

Dados técnicos sobre o filme

Produção – Inglaterra
Ano de lançamento – 1961
Duração do filme – 1 hora e 40 minutos
Gênero – Drama romântico psicológico
Preto e branco em tela pequena
Música – John Addison
Elenco e personagens:
Rita Tushingham como Jo [Josephine]
Dora Bryan como Helen, a mãe
Murray Melvin como Geoffrey Ingham
Robert Stephens como  Peter Smith
Eunice Black como  Schoolteacher
Margo Cunningham como Landlady
Michael Bilton como Landlord
Paul Danquah como Jimmy

 

 

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Nova marca atingida! 70 mil acessos

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Feliz com a marca atingida – 70.000 acessos

O blog Verdades de um Ser acaba de atingir mais uma marca importante em sua existência. Contando apenas os acessos a partir de 13 de dezembro de 2014, isto é, apenas dos últimos dois anos e quatro meses, foi atingida a marca de 70 mil acessos exatamente às 23 horas e 47 minutos do dia 26 de abril de 2017, horário de Recife – PE.

Sinto-me muito feliz por isso. Claro que precisa-se registrar aqui que foram perdidos da contagem dos acessos, os que foram feitos enquanto o blog estava hospedado no Blogger (mais de 7 anos) e o pouco tempo que ficou no wordpress.com . Nesses dois ambientes juntos, foram atingidos 20 mil acessos. Isto está registrado na postagem do dia

A seguir os links para as postagens que falam sobre essas marcas ultrapassadas para quem quiser recordar ou conhecer. E isso faz bem pouco tempo!

10 mil acessos

20 mil acessos

Agradecimentos

Quero agradecer a cada uma das pessoas que colaborou para isso acontecer. E continuem acessando o Blog Verdades de um Ser. Estamos sempre procurando fazer o melhor. Se gostou, curta a página do blog no Facebook. Convide seus amigos a curtirem também. Convide também seus amigos a conhecerem o blog. Compartilhe as postagens com os amigos. Inscreva seu email no blog para receber em primeira mão as postagens resumidas.

Outra marca atingida e já ultrapassada é que o Blog Verdades de um Ser conta atualmente com 602 postagens publicadas.

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Histórias cruzadas – Tate Taylor [Filme online]

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Histórias Cruzadas (The Help) ou As Serviçais (Título em Portugal)

Filme norte-americano de 2011, colorido com 137 minutos de duração com a direção de Tate Taylor. Tate Taylor não tem muita experiência mas consegue realizar um ótimo filme que o Blog Verdades de um Ser oferece nesta sexta-feira como mais um filme online para você ver.

No elenco: Emma Stone, Bryce Dallas Howard, Viola Davis, Octavia Spencer, Mike Vogel, Allison Janney e Chris Lowell. Lançado no Brasil em fevereiro de 2012 e assistido por mim na Rede TeleCine em 17/12/2013, terça-feira.
Histórias Cruzadas (The Help) é um filme baseado no romance A resposta de Kathryn Stockett que conta a história de uma mulher caucasiana, Eugenia “Skeeter” Phelan, personagem de Emma Stone e seu relacionamento com duas empregadas domésticas negras, Aibileen Clark, personagem de Viola Davis que recebeu por este filme a indicação para o Oscar de melhor atriz coadjuvante em 2012 e Minny Jackson personagem de Octavia Spencer. que recebeu o Oscar de melhor atriz coadjuvante em 2012 por seu desempenho neste filme.

“Nas primeiras cenas do filme, a personagem Aibileen Clark (Viola Davis) exprime uma das primeiras frases que irão definir exatamente como é a sua vida e as das outras domésticas que surgirão ao longo do filme. Diz Albileen:

“Eu sou uma empregada, minha mãe foi empregada e minha avó foi uma escrava caseira”.

Clique na imagem para ampliá-la

Tudo que acontece nas vidas daquelas empregadas domésticas negras gira em torno dessa realidade: imutabilidade desta, a condição de que suas existências, que consiste em trabalhar nas casas de patroas brancas, preparando suas refeições e cuidando de seus filhos será Continue lendo

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O ente querido – Tony Richardson [Filme visto há 50 anos]

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Direção – Tony Richardson

Do mesmo diretor que ganhou os Oscars de Melhor diretor e Melhor filme em 1963 com o filme As aventuras de Tom Jones, Tony Richardson é um diretor norte-americano realizador de ótimos filmes.

Título original – The loved one

Baseado no livro homônimo de 1948, The loved one é o filme com que Tony Richardson deu continuidade à sua carreira como diretor de cinema logo após receber os Oscars acima mencionados, embora isso tenha acontecido dois anos depois. O livro é uma tragédia anglo-americana e o filme, se equipara a isto. Dennis é um inglês que vai para os Estados Unidos a convite de seu tio

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme no Cinema de Arte Coliseu no dia 12 de março de 1967, um domingo. Considerei-o excepcional e atribuí seis estrelinhas na cotação artística. Encarei a cotação moral como adultos com reservas.

Dados técnicos sobre o filme

Produção – Estados Unidos
Ano de lançamento – 1965
Música – John Addison
Duração do filme – 2 horas e 2 minutos
Preto e branco em tela pequena
Gênero – Comédia dramática satírica de críticas romântico psicológica
Elenco e personagens:
Robert Morse como Dennis Barlow
Jonathan Winters como Henry & Wilbur Glenworthy
Anjanette Comer como Aimée Thanatogenos
Rod Steiger como Sr. Joyboy
Dana Andrews como Gen. Buck Brinkman
Milton Berle como Sr. Kenton
James Coburn como Oficial da Imigração
John Gielgud como Sir Francis Hinsley
Tab Hunter como guia de turismo Whispering Glades
Margaret Leighton como Sra.. Helen Kenton
Liberace como  Sr Starker
Roddy McDowall como D.J., Jr.
Robert Morley como Sir Ambrose Abercrombie
Barbara Nichols como Sadie Blodgett
Lionel Stander como o Guru Brahmin
Robert Easton como Dusty Acres
Ayllene Gibbons como a mãe de Joyboy
Paul Williams como Gunther Fry
Alan Napier como o oficial do clube inglês
Bernie Kopell como assistente de Brahmin

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3 Histórias de amor – Alberto D’Aversa [Filme visto há 50 anos]

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Direção – Alberto D’Aversa

Alberto D’Aversa dirigiu antes deste filme Seara Vermelha (1963) baseado num romance de Jorge Amado. Ele era um diretor italiano que se radicou no Brasil. Morreu em São Paulo aos 49 anos de idade. Atualmente existe um teatro em São Paulo com o nome do diretor.

Título original – 3 Histórias de amor (Filme brasileiro)

Este filme brasileiro que foi lançado em 1966 e teve pouca repercussão como quase todos os filmes brasileiros. Com o filme 3 Histórias de amor, Joana Fomm e Dina Sfat foram premiadas. A primeira recebeu uma Menção Honrosa e a segunda, o Prêmio de Revelação Feminina no Festival de Cinema do Cabo Frio, RJ em 1966.

Aviso

Este filme já foi postado anteriormente aqui no blog com as anotações feitas no meu caderno de cinema mas, em virtude de eu estar publicando todos os filmes a que assisti em 1967 na ordem cronológica em que os vi há 50 anos, estou publicando-o novamente. Evidentemente, com outros comentários e informações que não constam na postagem original. Para quem desejar ler o que escrevi na outra postagem, abaixo vai um link que direciona para ela.

Postagem anterior sobre este filme

Aviso 2 – As fotografias desta postagem foram extraídas do site Preservação e difusão do acervo fotográfico da Cinemateca Brasileira. Para acessar a página clique no link.

Aviso 3 – Para ampliar as fotos basta clicar sobre elas.

Minha opinião sobre o filme

Assisti a este filme no cinema São Luiz no dia 12 de março, um domingo. Considerei-o como um filme bom, tendo merecido apenas duas estrelas na cotação artística e na cotação moral foi encarado como um filme condenável, pelas cenas de sexo existentes.

Desta vez estou oferecendo várias fotos do filme quando, na primeira postagem, contem apenas uma foto dele.

Extraída do site do Governo Federal  Cinemateca Brasileira que pode ser acessado através do link.

Dados técnicos do filme

Produção – Brasil
Ano de lançamento – 1966
Duração do filme – 1 hora e 40 minutos
Gênero – Drama psicológico cômico e romântico
Preto e branco em tela pequena
Elenco e personagens:
Alvim Barbosa … (“A Carreta – Amor no Campo”)
Ricardo de Luca … (“A Carreta – Amor no Campo”)
Ruthinéa de Moraes … (“A Construção – Amor na Cidade”)
Francisco Diez … (“Madrugada – Amor na Praia”)
Shirley Escada … (“Madrugada – Amor na Praia”)
Nadir Fernandes … (“Madrugada – Amor na Praia”)
Joana Fomm … (segment “A Construção – Amor na Cidade”)
Edgard Franco … (segment “Madrugada – Amor na Praia”)
Gaby Go… (segment “Madrugada – Amor na Praia”)
Anita Kennedy … (segment “Madrugada – Amor na Praia”)
Roberto Orosco … (segment “Madrugada – Amor na Praia”)
Zéluiz Pinho … (segment “A Construção – Amor na Cidade”)
Renato Restier … (segment “Madrugada – Amor na Praia”)
Adelaide Ribeiro … (segment “Madrugada – Amor na Praia”)
Sílvio Rocha … (segment “A Carreta – Amor no Campo”)
Alberto Ruschel … (segment “A Construção – Amor na Cidade”) (as Alberto Miranda)
Dina Sfat … (segment “A Carreta – Amor no Campo”)
Ary Toledo … (segment “A Construção – Amor na Cidade”)
Nelson Xavier … (segment “A Construção – Amor na Cidade”)

 

A foto do cartaz acima foi extraída do site Cinemateca Brasileira e pode ser acessada através do link.

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