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Café literário – Um evento em Guaramiranga, CE

Café literário em Guaramiranga, foi uma atividade artístico cultural apresentada por jovens de quatro escolas municipais da pequena e bela cidade cearense.

A postagem de hoje (ontem), estou escrevendo-a num local diferente. Estamos em Guaramiranga, cidadezinha serrana no interior do Ceará, sobre a qual já escrevi no meu blog O seu companheiro de viagem (link acessível). Estou também preparando uma nova postagem sobre  ela, com informações sobre locais para visitar para quem for conhecê-la e também novas fotos do lugar que em breve será publicada no blog acima.

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Hoje tivemos uma agradável e inesperada surpresa aqui em Guaramiranga – CE. Estávamos sem nenhuma programação, exceto jantar e, tínhamos visto um cartaz com um aviso de que, às 19 h, no Teatro Rachel de Queiroz, haveria um Café Literário. Não sabíamos nem do que se tratava, na realidade mas, pelo título do espetáculo, deveria ser algum recital de poesias. As 18h 30 nos dirigimos para o local e, qual a nossa surpresa, ao encontrar lá, já muita gente aguardando. O mais incrível era que não era o público que imaginávamos mas, gente de todas as idades. Desde crianças de 6 a 8 anos, a jovens de 14, 15 anos e pais e avós, na faixa dos 40, 50 e 60 anos. Fiquei então a imaginar o que, na verdade, iria ser apresentado ali. Será que seria apenas um festa juvenil? O que iria ocorrer naquele local?

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Público aguardando na entrada do teatro

No horário marcado, nada aconteceu. Tivemos mesmo vontade de ir embora e desistir do evento. Esperamos mais de 40 minutos para o espetáculo começar. E isso do lado de fora do teatro, em pé. Mas, valeu a pena esperar. O mais incrível de tudo foi que o espetáculo era um atividade escolar, uma apresentação dos alunos de quatro escolas públicas, desde o maternal até jovens do ensino médio. E o mais maravilhoso foi ver o envolvimento da comunidade com o acontecimento, principalmente levando-se em conta de que Guaramiranga é uma cidadezinha pequena, com pouco mais de cinco mil habitantes no interior do Ceará, numa segunda-feira à noite. Aquilo era inacreditável. Era um espetáculo da Secretaria de Educação do Município. Não era sequer, um episódio da Secretaria Estadual. No Recife, que é uma capital, uma das mais importantes do país, nunca tinha assistido a algo semelhante nem tampouco tive notícia sobre uma solenidade desta natureza. Foi emocionante ver aqueles jovens todos envolvidos com uma coisa daquele porte, de excelente qualidade e de tanta significação artística e cultural.

Público lotando o teatro

Público lotando o teatro

O teatro tem cerca de 200 lugares e ficou totalmente lotado, e com muita  gente sentada nos degraus ou em pé pois não havia mais cadeiras.  Bem, a qualidade da atração dispensa comentários. Foi de altíssimo nível com crianças e jovens mostrando um pouco de nossa cultura evocando obras como Memórias póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis ou Memorial Maria Moura de Rachel de Queiroz ou ainda músicas como Garota de Ipanema de Vinícius de Moraes e Construção de Chico Buarque ou peças como O pagador de promessas de Dias Gomes ou Morte e vida Severina do pernambucano João Cabral de Melo Neto.

Início da apresentação

Início da apresentação

Foi uma experiência inesquecível. A programação constou de quatro etapas. Uma a cargo da Educação Infantil que apresentou uma rememoração das três edições do Café Literário no Município. A primeira em 2013, a segunda em 2014 e a terceira de 2015. Esta atual em 2016 estava sendo a quarta vez que acontecia.

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A segunda apresentação ficou a cargo da Escola EMEF Rodrigo de Argolo Caracas que apresentou os poemas Navio Negreiro de Castro Alves, Juca Pirama de Gonçalves Dias e Morte e vida Severina de João Cabral de Melo Neto.

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A terceira parte ficou a cargo da Escola Municipal Linha da Serra, que apresentou trechos das obras de Dias Gomes (O pagador de promessas) e de Rachel de Queiroz (O Quinze e Memorial Maria Moura).

morte-vida-severina2redA parte final ficou a cargo da Escola Prof. Júlio Holanda, que apresentou uma montagem baseada nas obras O cortiço e O mulato de Aluizio de Azevedo e Memórias póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis.

morte-vida-severina1redAinda houve, no início da apresentação do espetáculo, a participação especial da diretora da Escola Prof. Júlio Holanda, Elny que apresentou uma das criações de Jorge Amado – Tieta do Agreste – fazendo a abertura do show.

Veja ao final desta postagem um álbum com diversas fotos da excelente exibição. Aos organizadores, nossos mais efusivos parabéns e, aos jovens envolvidos na atividade, muitos aplausos e votos de muito sucesso.

Ao sairmos do teatro, mais uma surpresa agradável. Saímos pensando que iríamos dormir com fome pois não havíamos jantado e, às 22h, já deveria estar tudo fechado na pequena cidade. Mas, encontramos aberta uma agradável casa de refeições localizada ao lado do teatro com uma comida deliciosa da Dona Rita que nos recebeu muito bem e nos serviu uma galinha caipira com pirão, arroz e uma deliciosa salada.

Por tudo isso, o dia de hoje (ontem) foi, de longe, o melhor dia desta viagem até o presente momento.

Observação – Na terça-feira, dia 20 pela manhã, estivemos na Escola Prof. Júlio Holanda para parabenizar a diretora da Escola, Professora Elny, que teve uma participação tão brilhante na noite de ontem. Fomos muito bem recebidos por ela com quem conversamos por cerca de 20 a 30 minutos sobre as nossas impressões sobre o espetáculo e ela, muito simpática e acolhedora, nos explicou sobre o projeto que tinha sido iniciado em 2013 e permanecia vivo até hoje. Exortamos a necessidade de aquilo não morrer com o final da gestão do atual prefeito e consequente mudança do Secretário de Educação do Município. A população precisa lutar para que o Café Literário de Guaramiranga seja, não um acontecimento da atual gestão e sim, uma atividade cultural incorporada ao calendário do Município de Guaramiranga, a exemplo do seu Festival de Teatro, cuja vigésima terceira edição aconteceu na semana anterior e já é um evento de popularidade nacional.

 

Ainda resta uma esperança – John Schlesinger [Filme online]

Título original – A kind of loving

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A kind of loving é um filme de 1962 de John Schlesinger que o blog Verdades de um Ser está disponibilizando gratuitamente para você ver online. Trata-se de um drama romântico psicológico com uma interpretação brilhante de Alan Bates (O homem de Kiev e Zorba, o grego) e a bela estreante June Ritchie.

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Sinopse:

Vic (Alan Bates) trabalha em uma fábrica como desenhista e se apaixona por Ingrid (June Ritchie) que também trabalha na mesma fábrica. Ele investe tempo e dinheiro no relacionamento até que um dia em que a mãe de Ing não estava em casa, eles transam e, a partir de então, Vic não quer mais saber de Ing. Mas ela descobre que está grávida e conta a Vic que, desesperado, termina casando-se com ela para “reparar o erro“.  Após o casamento, eles passam a morar na casa da mãe de Ing que não gostava de Vic e os atritos são cada vez mais frequentes e maiores.

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Meus comentários:

O filme apesar de ser de 1962 ainda é bem atual. O tema abordado é aquele já velho do atrito entre sogras e genros. Uma fotografia belíssima em preto e branco de Denys Coop e interpretações magistrais, em particular, de Alan Bates.

Mostra também uma visão um pouco desatualizada para os dias atuais de valorização da virgindade da mulher. A participação de June Ritchie que estreou no cinema neste filme é muito bem-vinda. Ela além de ser uma bela mulher, tem também muito talento. As participações de Tora Hird (sra. Rothwell, a mãe de Ingrid) e de Gwen Nelson (sra. Brown, a mãe de Vic) são também muito positivas, em especial a de Tora Hird que dá um verdadeiro show como mulher chata, ranzinza e mal amada.

A direção do também estreante John Schlesinger é brilhante. Depois deste filme ele se destacaria com os filmes Midnight cowboy (Perdidos na noite, 1969) que lhe rendeu o Oscar de Melhor diretor, Sunday Bloody Sunday (Domingo maldito, 1971), que recebeu uma indicação para o Oscar de Melhor diretor e Darling (Darling, a que amou demais, 1965) que rendeu também um Oscar, desta vez para Julie Christie como Melhor atriz. Em 1961, ele recebeu o Leão de Ouro do Festival de Cinema de Veneza por um documentário de curta metragem intitulado Terminus. Ele foi um diretor de cinema britânico que faleceu em 2003 aos 77 anos.

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Sobre o Vk.com

A novidade no Vk, que é onde estão hospedados os filmes que foram disponibilizados pelo blog para você assistir a eles online. Caso o filme que você for assistir a ele ficar como a imagem abaixo onde está uma seta apontada, leia o que se segue. Ú A partir do dia 23 de agosto deste ano, o site está exigindo que, para assistir aos filmes hospedados lá, o usuário tem que estar cadastrado e logado. Não é nenhuma exigência ou falha do blog Verdades de um Ser. Como o blog depende deles, temos que cumprir a exigência. Para facilitar, vou direcionar você para o site Filmes Antigos. TV que também utiliza o mesmo recurso e preparou um passo a passo bem explicadinho de como fazer para assistir aos filmes. Clique no link abaixo e na nova página clique em config-vke leia as instruções.

Como assistir aos filmes deste blog

vk

Dados sobre o filme:

Produção – Inglaterra
Ano de lançamento – 1962
Música – Ron Grainer
Duração do filme – 1 hora e 47 minutos
Elenco e personagens (entrre parêntesis)
Alan Bates    (Victor Arthur)
June Ritchie  (Ingrid Rothwell)
Thora Hird  (Sra. Rothwell)
Pat Keen  (Christine Harris)
James Bolam  (Jeff)
Leonard Rossiter  (Whymper)
Bert Palmer  (Sr. Geoffrey Brown)
Jack Smethurst  (Conroy)
Gwen Nelson  (Sra. Brown)
David Mahlowe  (David Harris)
Patsy Rowlands  (Dorothy)
Michael Deacon  (Les)
Annette Robertson  (Phoebe)
Fred Ferris  (Althorpe)
Malcolm Patton  (Jim Brown)

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LEIA AS INSTRUÇÕES ABAIXO COM ATENÇÃO

Se você chegou até aqui através da página Compartilhando minhas verdades [Filmes online] você já deve ter lido as instruções abaixo. Basta então seguir àquilo que você já leu naquela página. Caso tenha vindo até aqui diretamente pela postagem, leia com atenção o restante das instruções.

Para assistir ao filme abaixo, você deve clicar na setinha para direita. e logo em seguida clicar em pausar. Espere para carregar o filme aguardando algum tempo. Dependendo da velocidade de sua conexão, isto poderá levar de 5 a 10 minutos, até que o filme seja carregado. Depois desse tempo clique na setinha novamente para parar a exibição. Aguarde então alguns minutos mais, enquanto os próximos minutos do filme são carregados. Você verá a linha do tempo sendo preenchida. Quando ela estiver preenchida até perto da metade, pode dar início novamente à exibição.

Se a espera for maior do que este tempo, sugiro que reduza a resolução para 240p. Isto irá baixar a qualidade da imagem, ou então, espere mais tempo. Provavelmente, neste caso, se você não baixar a resolução, haverá interrupções ao longo da exibição. Porém se a velocidade de sua conexão estiver boa, aumente a resolução conforme desejar para usufruir de melhor qualidade.

Ajuste o áudio conforme sua conveniência no próprio player do filme e no seu sistema operacional. É recomendável a utilização de fones de ouvido para apreciar melhor os sons do filme. Você também pode assistir ao filme em tela cheia, basta clicar na setinha (semelhante à figura abaixo) do lado inferior direito.

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Depois de assistir ao filme, pode fazer um comentário sobre ele. Até peço que o faça. Será muito útil. Não só para mim, que poderei avaliar como está repercutindo meu esforço, como também para outros visitantes, que poderão saber opiniões de outras pessoas sobre o filme a que irão assistir (ou não).  Basta clicar em “Deixe um comentário” na parte superior da postagem ou em XX respostas. Boa diversão.

 

IMPORTANTE

Este blog não tem fins lucrativos. Não recebo nada pelo que ofereço, além da satisfação dos leitores. No blog não tem propaganda de nenhuma espécie. Não tenho intenção de infringir a lei. Se algém se sentir prejudicado em seus direitos autorais, basta me enviar uma mensagem pelo email que tirarei de imediato o filme do blog.

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Artigo de Bartyra Soares no Jornal do Commercio

Bartyra Soares fala sobre deficiência e superação

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Minhas queridas visitantes, meus caríssimos leitores, hoje trago uma preciosidade para compartilhar com vocês. Trata-se de um artigo escrito por uma poetisa e escritora,  Imortal da Academia Pernambucana de Letras e de quem já escrevi algumas vezes aqui neste blog. Falo de Bartyra Soares que hoje, publicou um texto de grande sensibilidade e importância no Jornal do Commercio, matutino de grande circulação e de grande prestígio na imprensa nacional. O texto aborda deficiência e superação. Menciona as olimpíadas e o extermínio de pessoas com esta condição no regime nazista de Hitler.

Promoção de aniversário do Blog Verdades de um Ser que comemora uma década no ar

Promoção de aniversário 10anos

Quero lembrar que está em andamento a promoção em comemoração ao aniversário de uma década do blog Verdades de um Ser. Não é sorteio. Todos que se dispuserem a participar ganham prêmio. E o TOP Comentarista do mês receberá um filme de sua escolha sem nenhuma despesa, dentre os que são oferecidos. Quem quiser participar basta ler as regras na postagem de ontem, dia 1º de setembro.

Artigo de Bartyra Soares extraído do Jornal do Commercio de hoje

(A reprodução aqui neste blog foi autorizada pela autora)

*** Título da Página: Jornal do Commercio ***
Transcrita em 2/9/2016

                            Autossuperação

BARTYRA SOARES

“Vêm de longe, de muito longe, o preconceito, o tabu, a descrença na
capacidade criativa e de realização dos deficientes físicos, mentais e
sensoriais. Daí, desde há muito existir a dificuldade da inserção desses
seres no ambiente de trabalho e na vida pública, social e econômica de
seus países.
Não se faz necessário ir muito distante no tempo para se verificar a
mais legítima constatação do fato. Durante a IIª Guerra, sob o insano
comando de Hitler, os registros confirmam que havia um programa nazista
de extermínio – T4 – Eutanásia ou solução final. Tratava-se de uma
camuflagem para suprimir a vida dos deficientes.
Semelhantes assassinatos, isolados ou em massa, ainda acontecem em
determinadas culturas e situações, não importando as falsas e
distorcidas proposições apresentadas e defendidas pelos adeptos dessas
atrocidades. Para eles, o válido é não permitir que esses seres humanos
fujam da condenação de um destino inescapável.
Nos esportes, no entanto, a partir de 1960, em Roma, quando se
realizou a primeira Paralimpíada, vem se observando transformação
compensadora e reconhecimento da capacidade de autossuperação de tantos
desportistas portadores de necessidades especiais.
Na Paralimpíada de 2000, em Sidney, como não se lembrar da recifense
Rosinha, recordista mundial de arremesso de peso e de lançamento de
disco? Aos 14 anos, sofreu a amputação de uma das pernas. Transformadas
por ela a dor e a perda em força e tenacidade, conheceu a alegria que só
os campeões sentem ao ter nas mãos o peso de duas medalhas de ouro.
Quatro anos depois, em Atenas, asseverou: “Se a deficiência não
tivesse acontecido, eu não seria uma atleta campeã e não viajaria pelo
mundo representando o meu País”. O exemplo de Rosinha contribui para a
obtenção do respeito a esses indivíduos que, graças ao esporte, (re)
integram-se à sociedade.
Dessa forma, quando o Rio, a partir de 7 de setembro, abrir para o
mundo a cortina do início da Paralimpíada, não se pode esquecer que a
cada competição, quando o ouro for conquistado, o hino que tocará, será
o mesmo que foi executado nas Olimpíadas. E a bandeira mais alta a
tremular no mastro, a mesma do País de cada competidor tido como normal.
O entusiasmo e aplausos da plateia, quer destinados a brasileiros,
quer a estrangeiros, não deverão ser vistos como uma atitude de mero
ufanismo, mas o reconhecimento de que tudo é possível àquele a quem foi
dada a oportunidade de participar, competir, vencer e realizar-se.”

Bartyra Soares é da Academia Pernambucana de Letras

Bartyra tem uma deficiência visual que a impede de ler como todos nós o fazemos mas, isso não afetou a sua sensibilidade nem tampouco sua capacidade de produzir e, buscou meios para superar sua deficiência. Hoje existem vários recursos que permitem ao deficiente visual de “ver” quase tudo que nós vemos. E ela além de escritora e poetisa, tornou-se recentemente, Imortal da Academia Pernambucana de Letras, ocupando a cadeira de número 37. É portadora de retinose pigmentar e já nasceu com uma deficiência visual que só lhe permitia ter uma visão parcial, agravando-se na fase adulta. Hoje porem, com os recursos disponibilizados pela tecnologia para os deficientes com baixa visão, ela pode, inclusive, usar o computador através de um software chamado DOSVOX.

Minha impressão sobre o artigo acima

A seguir transcrevo o que escrevi para ela ao pedir sua autorização para publicar seu texto.

Que artigo maravilhoso! Aplaudindo de pé tamanha demonstração de superação e tenacidade de uma escritora e poetisa que revela ao mundo seus mais recônditos segredos através de versos, muita vez de uma beleza incomensurável, nos brinda através de um jornal de grande circulação uma coisa poucas vezes notada pelas pessoas comuns: a pessoa com deficiências. Das mais diversas, das mais variadas. Algumas com poucas chances na vida, outras com conquistas inalcançáveis pela maioria dos mortais como foi o caso, por exemplo, de Beethoven, que surdo, compôs uma das mais belas sinfonias já ouvidas pelo ouvido humano.

Tenho imenso orgulho de ser chamado de amigo por você minha querida amiga e acadêmica Bartyra Sorares. Tenho uma outra amiga, bem mais jovem, acredito que tenha pouco mais de 20 anos, que também tem uma deficiência da qual nunca tinha ouvido falar e que, vive também, a exemplo de você, se superando. Ela tem a Sindrome de Moebius. (sobre o qual, há cerca de um ano, escrevi aqui no blog) Uma doença hoje bem conhecida mas, até pouco tempo pouco estudada devido a raridade dela no passado. Hoje já existe até associações de pessoas com esta síndrome.

Mas fugi um pouco do assunto. É que fiquei empolgado com o seu artigo. Quero pedir sua permissão para publicar o artigo, na íntegra no meu blog para que mais pessoas possam lê-lo.

Outros comentários recebidos pela autora em seu email

Belo texto, matéria. Mais um. Parabéns. Beijos,

José Paulo (Recife)

***

oi Bartyra! Muito bom. Bem escrito, além de mostrar os antecedentes históricos que eu
não conhecia. Bjs

Sérgio (Ilha Bela – SP)

***

bom dia, minha amiga do coração!

Quanto orgulho sinto de você!

Pois é, vejo como um grande avanço a (re)integração dos deficientes, de
modo geral, na sociedade. Incrível como isso deveria ser normal e não
ser considerado um avanço. Mas sempre é tempo! Gosto muito quando tenho
a oportunidade de presenciar pessoas com deficiência, exercendo qualquer
função numa empresa. Ao tempo em que fico revoltada quando encontro
pessoas se aproveitando de seu estado físico ou sensorial, pedindo
esmolas…

Parabéns, amiga, mais uma vez pela sua criação.

bj grande no seu coração, lindo.

Marleide (Maceió – AL)

***

Barta, Amigona,

Cheguei na Prefeitura um pouco mais cedo e fui ouvir o JC, antecipando
uma tarefa que, normalmente, cumpro à noite, e qual foi a surpresa,
quando me deparo com o seu artigo!

Não tenho legitimidade para representar o segmento das pessoas com
deficiência, mas como um deles, sinto-me homenageado e lisonjeado.

É isso, Barta, minha amiga está ocupando o “lugar ao sol” que merece e
eu, orgulhoso de ter a honra de fazer parte do grupo daqueles que têm o
privilégio de chamá-la de amiga!

Parabéns, vá em frente que eu quero ter outras surpresas agradáveis
como a de hoje.

Um grande abraço,

Osmar (Recife)

***

Beleza !Elaboratum est.Muito bom.Onde é que eu estava que não li
antes?Beijão.

Fernando (Recife)

Você tem fôlego, você tem visão, você escreve bonito. Parabéns por mais
essa matéria publicada na capital pernambucana.

Forte abraço,

Eduardo (Brasília – DF)

***

Ótimo, Bartyra.

Onaldo (Recife)

***

Publicando no meu Facebook.

Ciro (Brasília – DF)

***

Oi, Barta!

Meus parabéns.
Excelente artigo o seu, como sempre.
Grande abraço;

Angela (João Pessoa – PB)

***

Oi Bartyra, mais uma vez suas palavras são preciosas.

Um forte abraço do

Arthur (Guarapuava – PR)

***

Amiga,

Ao ter tido o privilégio de ler antes do envio para o JC, tinha certeza
de que seria publicado. Parabéns.

Abrs,

Paulo (Recife)

***

YYYEEEESSSSS!
Essa é a minha madrinha!
Parabéns, Barta
Abraços,

Josinaldo (Recife)

***

Querida, queridíssima amiga Barta!!

Amei seu artigo publicado hoje no Jornal do Commercio! A amiga fez
toda uma contextualização histórica dos preconceitos existentes.

A sua fã número 1, tomou a liberdade e publicou no site e Facebook da
APL seu texto. Também divulguei no meu Face pessoal. Marquei Josinaldo,
Paulo Sales que já me respondeu dizendo que passou e-mail para você.
Segue, abaixo, o textinho que coloquei no meu face com o link do site da
APL para as pessoas visitarem:

Para refletir. Belo artigo de Bartyra Soares, publicado hoje no Jornal
do Commercio. Em uma sociedade que defende constantemente os direitos
humanos, é uma pena que ainda persistam os tabus, os preconceitos com os
deficientes físicos, mentais e sensoriais. Durante a Segunda Guerra
Mundial, existia um Programa Nazista de Extermínio – T4 – Eutanásia ou
Solução Final que tinha como meta exterminar a vida dos deficientes. E
hoje em dia? O que acontece? “Semelhantes assassinatos, isolados ou em
massa, ainda acontecem em determinadas culturas e situações, não
importando as falsas e distorcidas proposições apresentadas e defendidas
pelos adeptos dessas atrocidades. Para eles, o válido é não permitir que
esses seres humanos fujam da condenação de um destino inescapável”.
Leia mais no site da APL:
http://www.aplpe.com.br/apl-artigos-por-bartyra-soares/

Beijos!

Raphaela (Recife)

***

Maravilha, Barta. Um beijo.

Inêz (Recife)

***

Lindo e verdadeiro, minha querida. Parabéns. Estou com saudade.

Maíse (Fortaleza – CE)

**

Nobre Amiga Bartyra,

Grato por compartilhar informações e suas reflexões.

Vero! Isso mesmo  ” Nós  podemos”,é legitimo para “deficientes”, sejam
físicos, mentais ou sensoriais…

As Olimpíadas ,entre outras maravilhas, são o palco de validação do ” Nós
podemos” para todos!

Que os nossos caminhos sejam Iluminados!!!!

aBç,

Fernandes (Recife)

***

Parabéns, minha amiga, por mais essa cartada, sempre atual e oportuna.

Abraço,

André (Recife)

***

Minha amiga Bartyra, parabéns, está muito bom, como sempre.

Abraços e que Deus te abençoe!

Jefferson (Recife)

***

Parabéns por mais este entre tantos excelentes artigos. Tchau.

Flávio (Recife)

Promoção de aniversário 10anos

Repetindo uma promoção de sucesso

Comemoração de aniversário – 10 anos no ar

Querid@s visitantes do blog Verdades de um Ser,

Hoje teremos um post diferente do usual. Quero conversar com vocês. Assim como no ano passado, nesta mesma data, estava iniciando uma promoção que foi um sucesso absoluto aqui no blog. Foram mais de 30 comentários ao longo do mês para vinte e uma postagens do dia 1º ao dia 30 de setembro, data do aniversário do blog.

 

Então, está começando hoje novamente, uma promoção de aniversário do blog. Ela irá durar todo o mês, até o dia 30, quando acontece a data de aniversário. Desta vez, dos 10 anos do Verdades de um Ser. A promoção é para todos ganharem. Ninguém irá ficar sem ganhar. Basta cumprir as regras que seguem abaixo.

Não é sorteio! Se cumprir os requisitos, ganha.

10 anos aniversario

Para receber a surpresa, a pessoa deve cumprir os requisitos abaixo. Apenas os comentários do mês de setembro darão direito ao brinde surpresa. De zero hora do dia 1º até meia noite do dia 30.

O presente será enviado em um prazo máximo de 30 dias após a finalização da promoção. Não nos responsabilizamos por atrasos dos Correios ou por extravio. A encomenda será postada em modo PAC e a pessoa receberá o número do registro para acompanhamento.

REQUISITOS PARA GANHAR O BRINDE SURPRESA

  • ter endereço no Brasil e conta no facebook
  • curtir publicamente a fanpage do blog no facebook,
  • compartilhar no facebook publicamente ESTA POSTAGEM e marcar 3 amigos,
  • deve também compartilhar publicamente no facebook a postagem do comentário e marcar 3 amigos na postagem que compartilhar,
  • Se tiver também perfil no Google+, twitter, ou qualquer outra rede social, deve também compartilhar no Google+ ou em outra rede, a postagem em modo público,
  • preencher os dados no formulário abaixo, no final desta postagem. Não esqueça de fazer isso pois, caso contrário, não haverá como verificar o cumprimento dos requisitos nem tampouco, como enviar a surpresa.
  • Para facilitar, estou disponibilizando o formulário no link ao lado direito da palavra CONTATO, no MENU PRINCIPAL, onde você encontra a palavra HOME. Logo abaixo do título do blog.

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Obs1. A pessoa que conquistar a posição de TOP comentarista receberá um exemplar do meu livro Poesia – Palavra é Arte, lançado recentemente. Caso haja empate, será considerado um ponto a mais para cada rede social que tiver sido compartilhada a postagem. A persistir o empate, será considerado vencedor o comentarista que tiver mais comentários em posts que antes não havia nenhum comentário. A persistir ainda o empate, será vencedor o que tiver mais comentários em posts mais antigos.

Obs2. – Não nos responsabilizamos por endereços fornecidos de modo incompleto ou incorreto.

Obs3 – Não serão considerados comentários sem conteúdo, do tipo. ‘Muito boa a postagem’, ou ‘Parabéns pela postagem’, ou algo semelhante. O comentário deve ter algum conteúdo e, de preferência, abordando coisas que estejam na postagem. É pra ser um comentário e não apenas palavras inseridas.

Obs.4 – Para cada comentário deverá ser preenchido um formulário. Não esqueça isso. É muito importante!

Obs.5 – Não é necessário que o comentário seja em uma das postagens de setembro/2016. Pode ser em qualquer postagem do blog, desde que o comentário tenha sido escrito no mês de setembro de 2016.

Obs.6 – Caso haja mais de 20 comentários no dia 30-set, será oferecido mais um presente, desta vez para o segundo maior comentarista e, para cada 20 comentários a mais, haverá um novo presente surpresa até o máximo de 10 presentes que é a idade que o blog estará completando.

Obs.7 – Os comentários do próprio blogueiro nas respostas não estarão participando da promoção, evidentemente.

Obs.8 – A contagem é feita pelo e-mail então, faça os comentários sempre com o mesmo e-mail.

Obs.9 – Não é necessário preencher o endereço no formulário a partir da segunda vez. A partir do segundo comentário basta escrever no espaço destinado ao endereço: ”já cadastado

Obs.10 – Quem participar com mais de um comentário e não for o TOP Comentarista só ganhará uma surpresa. Se ultrapassar cinco comentários, ganhará duas surpresas. E se ultrapassar 10 comentários ganhará 3 surpresas. Não esqueça de preencher o formulário abaixo. Clique e ele abrirá.

F  O  R  M  U  L  Á  R  I  O

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Quando setembro vier – Robert Mulligan [Filme online]

Título original – Come setember => Direção – Robert Mulligan

come_september-capa2Retornando ao costume de postar um filme online para você ver todas as sextas-feiras, hoje trago um filme que o título tem tudo a ver com o mês que se aproxima. Este filme online que é oferecido gratuitamente pelo blog Verdades de um Ser para você, é um filme antigo, de 1961. Filme de Robert Mulligan com Rock Hudson, Gina Lolobrigida e Sandra Dee. Uma comédia romântica que, infelizmente, é dublada mas, estou em busca da versão original e, logo que a consiga, substituirei a atual.

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Este filme nos mostra o que o mês de setembro pode trazer. É a primavera que está começando e, com ela, vêm muitas coisas belas. Coisas como flores, cores, alegria, renovação, congraçamento e, até o acasalamento dos animais. Claro que a paquera é acentuada na primavera pois, as mulheres ficam mais bonitas, mais vistosas, se arrumam mais, se bronzeiam, etc.

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O filme apesar de antigo merece ser visto pela caracterização dos costumes da década de 60 no século passado. Ao ver o filme, lembre-se que ele retrata os costumes de uma época distante. Muita coisa mudou de lá pra cá.

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Não vou agora escrever sobre ele mas futuramente o farei. Quero apenas publicar o filme para quem quiser ver. A música é muito bonita e as paisagens da Itália são maravilhosas. Deixe sua opinião nos comentários.

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Produção – Norte-americana
Ano de lançamento – 1961
Música – Hans J. Salter
Duração do filme – 1 hora e 34 minutos
Elenco e personagens:
Rock Hudson ……. Robert L. Talbot
Gina Lollobrigida ……. Lisa Helena Fellini
Sandra Dee ……. Sandy Stevens
Bobby Darin ……. Tony
Walter Slezak ……. Maurice Clavell
Brenda De Banzie ……. Margaret Allison
Rossana Rory ……. Anna
Ronald Howard ……. Spencer
Joel Grey ……. Beagle
Ronnie Haran ……. Sparrow
Chris Seitz ……. Larry
Cindy Conroy ……. Julia
Joan Freeman ……. Linda
Nancy Anderson ……. Patricia
Michael Eden ……. Ron

LEIA AS INSTRUÇÕES ABAIXO COM ATENÇÃO SOBRE O FILME ONLINE

Se você chegou até aqui através da página Compartilhando minhas verdades [Filmes online] você já deve ter lido as instruções abaixo. Basta então seguir àquilo que você já leu naquela página. Caso tenha vindo até aqui diretamente pela postagem, leia com atenção o restante das instruções.

Para assistir ao filme abaixo, você deve clicar na setinha para direita. e logo em seguida clicar em pausar. Espere para carregar o filme aguardando algum tempo. Dependendo da velocidade de sua conexão, isto poderá levar de 5 a 10 minutos, até que o filme seja carregado. Depois desse tempo clique na setinha novamente para parar a exibição. Aguarde então alguns minutos mais, enquanto os próximos minutos do filme são carregados. Você verá a linha do tempo sendo preenchida. Quando ela estiver preenchida até perto da metade, pode dar início novamente à exibição.

Se a espera for maior do que este tempo, sugiro que reduza a resolução para 240p. Isto irá baixar a qualidade da imagem, ou então, espere mais tempo. Provavelmente, neste caso, se você não baixar a resolução, haverá interrupções ao longo da exibição. Porém se a velocidade de sua conexão estiver boa, aumente a resolução conforme desejar para usufruir de melhor qualidade.

Ajuste o áudio conforme sua conveniência no próprio player do filme e no seu sistema operacional. É recomendável a utilização de fones de ouvido para apreciar melhor os sons do filme. Você também pode assistir ao filme em tela cheia, basta clicar na setinha (semelhante à figura abaixo) do lado inferior direito.

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Depois de assistir ao filme, pode fazer um comentário sobre ele. Até peço que o faça. Será muito útil. Não só para mim, que poderei avaliar como está repercutindo meu esforço, como também para outros visitantes, que poderão saber opiniões de outras pessoas sobre o filme a que irão assistir (ou não).  Basta clicar em “Deixe um comentário” na parte superior da postagem ou em XX respostas. Boa diversão.

IMPORTANTE

Este blog não tem fins lucrativos. Não recebo nada pelo que ofereço, além da satisfação dos leitores. No blog não tem propaganda de nenhuma espécie. Não tenho intenção de infringir a lei. Se algém se sentir prejudicado em seus direitos autorais, basta me enviar uma mensagem pelo email que tirarei de imediato o filme do blog.

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Café com poesia [Texto autoral]

Olá, tenho tido pouco tempo para atualizar o blog. Alguns de meus compromissos com vocês eu tenho relaxado. Como por exemplo, os filmes que deveriam estar sendo postados nas sextas feiras. Peço desculpas por isso e vou procurar não falhar tanto.

Hoje quero dividir com você uma espécie de repente, ou como alguns falam, desafio de que participei num site de poesias. Foi muito interessante pois, ao postar lá uma poesia que tinha feito e publicado no Recanto das Letras e que nunca rendeu mais que alguns comentários, de repente, virou um desafio, um dueto que aqui reparto com você.

CAFE COM POESIA

Inicialmente, republiquei na Casa dos Poetas, uma de minhas poesias já publicadas no RL. Uma poetisa da casa, Edith Lobato, resolveu responder ao convite com  outra poesia. Aí ficou assim.

Convite pra um café

Onde tu moras querida?
A ti quero conhecer
um café, vai na saída
só terei muito prazer.

E a todos os demais,
que me visitar vierem,
sejam muito bem-vindos,
puxe a cadeira e espere.

Um café será servido,
e meus poemas e textos,
podem ler, eu vos convido
seus comentários deixados

são todos muito bem quistos
embora o convite fosse
para uma garota que quero.

Versos de Alberto Valença

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Edith então respondeu com o seguinte poema.

Resposta ao convite

O prazer é todo meu
Querido Alberto Valença
Respondo o convite seu,
com minha doce presença.

Cheguei e já sinto o cheiro,
do café que o verso exala,
por toda essa grande sala;
vou me apresentar primeiro.

Sou natural do Pará,
Nascida em Fortaleza.
Há muito saí de lá
Deixando o que me prendia.

Meu pai, minha mãe, irmãos,
a paz onde me criei.
Levando nas minhas mãos,
os sonhos que inventei.

Poeta, eu sofri demais!
Nem sabes o que passei,
mas como sou pertinaz
no estudo me debrucei.

O sonho de ser doutora,
tão cedo me abandonou,
Eu, hoje, sou professora,
o amor que me encantou.

Obrigada e até mais ler,
os versos de tua lavra,
pra mim será um prazer,
senti palavra a palavra.

Edith Lobato 03/01/15

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Eu, não satisfeito, fiz uma réplica para o poema da Edith. Vejam como ficou.

Réplica à resposta de Edith

Edith Lobato quisera,
saber como tu, esse belo versejar;
me inebria qual doce quimera,
e me acolhe; que mais posso almejar?

Tens por sobrenome um mito
um dos maiores do Brasil,
isso te distingue no rito,
do café que te ofereço sutil.

Minha agradável paraense,
por não te conhecer ainda,
crio um certo suspense,
colocando-te na berlinda.

Professora tão sofredora
vamos logo nos assentar
E talvez até uma cantora
Poderemos também convidar.

Para cantar esses teus versos,
com melodia, estrelas e luar
Não admitiremos encontros adversos
Fico feliz por te agradar.

Versos de Alberto Valença 03/01/2015

Ela, mais uma vez, respondeu ao meu poema com outro em uma tréplica. Depois, um dos participantes da casa reuniu os quatro poemas em uma só imagem e ficou como mostrado abaixo.

Resposta à réplica de Alberto Valença

Querido Alberto Valença
escuta o que eu vou te contar,
assim eu te peço licença,
pra teu verso treplicar.

Nasci na floresta grandiosa,
ao som do sussurro das águas.
Saci, tucuxi, boto rosa,
conheço igual minhas mágoas.

O canto que soa na mata
é grande mistério divino,
parece que soa até sino,
no véu que adorna a cascata.

O lobo que adorna meu nome
herdei do meu grande herói
de quem a ausência consome
e a saudade, me corroí.

Na terra de pedra miúda,
o Rio Tapajós se debruça,
o ouro fez gente graúda
morrer com tiro na fuça.

Amigo poeta agradeço,
por tua gentil deferência,
tu tens o meu grande apreço,
respeito tua experiência.

Edith Lobato – 03/01/16

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K-9 – Um policial bom pra cachorro – Rod Daniel [Filme]

Direção – Rod Daniel

K-9 - Um Policial Bom pra Cachorro

Título original – K-9

Michael Dooley (James Belushi) é um policial que pretende prender Lyman (Kevin Tighe), um narcotraficante que tem tentado matá-lo. Sozinho ele não tem obtido êxito então, um amigo lhe dá cachorro-policial chamado Jerry Lee, um pastor alemão que foi treinado para cheirar drogas. Com a ajuda de Lee, Dooley acredita que conseguirá colocar seu inimigo na cadeia, mas Jerry Lee tem uma personalidade singular e só trabalha quando tem vontade. Para agravar a situação, ele é perfeito para arrumar confusões como destruir o carro, a casa e a vida sexual de Dooley. E para piorar ainda mais, Tracy (Mel Harris), a namorada de Dooley, é sequestrada por Lyman, com o objetivo de deter Dooley e assim, conseguir entregar sem problemas o carregamento de drogas que vale alguns milhões de dólares.

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Produção – Estados Unidos
Ano de lançamento – 1989
Duração do filme – 1 hora e 40 minutos

Elenco e personagens:
Rando …. Jerry Lee
James Belushi …. Michael Dooley
Mel Harris …. Tracy
Kevin Tighe …. Lyman
James Handy …. Byers
Ed O’Neill …. Brannigan
Daniel Davis …. Halstead
Cotter Smith …. Gilliam
John Snyder …. Freddie
Pruitt Taylor Vince …. Benny
Sherman Howard …. Dillon
Jeff Allin…. Chad
David Haskell …. Médico

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O filme começa com uma transa dentro de um carro em meio a uma chuva forte entre um casal de jovens. Dooley,  aborda os dois, mas não porque estavam transando e sim, para pedir o telefone emprestado para ligar para namorada. Ele tentara pelo telefone da polícia mas, como não se tratava de uma emergência, a telefonista não completou a ligação. Ele precisava dizer a ela que se atrasaria para o jantar pois estava fazendo uma campana para flagrar Lyman, o bandido que estava no encalço. E entra no carro onde o casal estava transando no banco traseiro dizendo que eles podiam continuar que ele só queria telefonar identificando-se como policial. Os dois ficam atarantados e, nesse meio tempo, surge um helicóptero e começa a metralhar o carro de Dooley a poucos metros de distância. Ele se salva por ter saído de lá minutos antes. Tinha sido Lyman quem tinha mandado.

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Dooley vai até a delegacia pedir outro carro, pois o seu tinha ficado totalmente destruído.  Seu chefe lhe diz que ele só receberia um carro se aceitasse um parceiro e pede para ele escolher um. Dooley só  gostava de trabalhar sozinho mas, para satisfazer ao chefe escolhe um policial que já estava morto.  Finalmente ele resolve aceitar um cão policial como parceiro e vai pedir ajuda a outro policial amigo. É quando ele conhece Jerry Lee. E, a partir daí, o filme começa a ficar engraçado. O astro do filme passa a ser Jerry Lee. Vou citar apenas algumas cenas que se destacam nessa relação dele com o cão.

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Uma das mais divertidas é quando ele chega na casa da namorada com Jerry e ela fica logo apaixonada pelo cachorro mas, quando vão para a cama, ele fica atrapalhando a transa deles e, termina por se enfiar por debaixo dos lenções e ficar entre eles. É muito divertido.  Outra cena muito divertida é quando ele vai a um bar num hotel mas, como não podia entrar com o cachorro, ele prende Jerry Lee com uma corda amarrada no retrovisor do seu carro para ele não fugir. Enquanto ele está vigiando um dos capangas de Lyman chega Jerry Lee arrastando o espelho com a corda amarrada em seu pescoço. E o melhor é depois, enquanto ele se finge de cego, Jerry Lee praticamente senta na mesa com ele e fica bebendo o seu chá no canudo. Sugando o canundo. Imaginem. É ótima essa cena.

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Outra cena divertidíssima é quando ele vai comprar flortes para namorada e Jerry Lee vê uma poodle num carro estacionado em frente e se apaixona. Fica pedindo para ir namorar mas Dooley diz que ele estava em serviço só para judiar pelas coisas que Jerry tinha aprontado com ele mas, finalmente se rende e autoriza ele a ir namorar. Ele dá um pulo dentro pra do carro da frente pra transar com a poodle e depois que termina fica festejando, pulando, se arrastando no chão, demonstrando sua felicidade.

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E a melhor de todas é quando ele chega num hospital com Jerry Lee baleado para ser operado. Um hospital de gente. Mas exige que um médico extraia a bala dele pois não resistiria a ir para outro lugar. E, enquanto Jerry Lee está na sala de recuperação, ele pensando que Jerry tinha morrido, começa a confessar um monte de coisas erradas que tinha feito e, inclusive a sugerir que poderiam ir pra Las Vegas, ele e a namorada junto com Jerry e a poodle. A cara de Jerry é deliciosa. Fingindo-se de morto e quando Dooley vira as costas, a cara de malandro dele.

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O filme é bobo e não tem muito conteúdo nem nada de novo ou de imprevisível mas, é bem divertido e merceu três estrelinhas. Recomendo como uma boa diversão.

Curiosidade – Jerry Lee (Rando) era realmente um cachorro-policial na vida real e foi morto em por uma bala na perseguição de um suspeito de ter matado um policial em novembro de 1991, antes do lançamento do segundo filme, portanto, que foi lançado em 1999, dez anos após o primeiro.

Poesia, Palavra é Arte – Alberto Valença Lima [Livro de poesias]

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Poesia, Palavra é Arte é uma publicação da Editora Palavra é Arte e faz parte de um projeto idealizado por Gilberto Martins e Carmen Sestari que são seus editores. Trata-se de uma coletânea de poesias de Alberto Valença Lima e outros nove autores numa publicação primorosa da Editora Palavra é Arte de Brodowski – SP.

Gilberto Martins, o editor, assim se expressa no início do livro: A poesia tem uma estreita relação com a arte e, essencialmente com a beleza. Ela é, em si, a síntese de todas as demais manifestações de ordem estética ou comunicativa. Sem ela de que nos serviria a pintura, a escultura, a música, a dança…

Alberto Valença abre a coletânea com uma breve biografia seguida de uma Carta a uma ex namorada. Logo após, são apresentados 15 poemas do autor com temas variados.

Seguem-se os poemas dos outros nove autores, sendo cinco poetas e quatro poetisas a saber: Hélio Baragatti Neto, Alessandra da Silva dos Santos, Alana Cristina Ferreira, Alan Milhomem, Arthur Ribeiro da Silva, Guerreiro Tharley, Márcia Ramos, Renata Braga Freitas e Ângelo Martins. Infelizmente, todos incógnitos pois, nada se sabe sobre os mesmos. Os editores não deram nenhuma referência mesmo sendo solicitada.

Já falei de tantos livros e autores aqui no blog, por que não falar também do meu livro? Este texto será, no entanto, diferente dos demais que estou acostumado a aqui escrever. Usarei o meu blog para divulgar o livro e o que se diz sobre ele na imprensa e pelas redes sociais.

Arca Literária

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Na Arca Literária saíram duas matérias sobre o livro. Uma resenha e uma entrevista com o autor Alberto Valença Lima. Vou transcrevê-las abaixo para divulgação.

Resenha sobre o livro Poesia, Palavra é Arte

O autor nos oferece, nas páginas desta coletânea, um dos aspectos do seu ser, cheio de riquezas através de uma impecável correção gramatical, quinze dos seus poemas de uma obra já bem vasta publicada no seu blog Verdades de um Ser e também no sítio Recanto das Letras.

Em quase todos esses quinze poemas, ele expõe sua tristeza, que é patente neste excerto. Desde a primeira – Retalhos de vidro atrás da porta à esquerda -, até a penúltima – Soneto da saudade, encontramos vestígios desta tristeza impregnados nos seus versos.

Em Retalhos de vidro…, por exemplo, ele escreve na última estrofe:

“Agora, o mar é só e chora em vagas.
O mar e eu, o verde, a praia triste.
Terra molhada, sem paz, não tenho plagas.
Estou vazio, a praia só, e tu, partiste!”

Note que a tristeza está em todos os versos, em todas as imagens, em todo o seu ser! O mar “chora em vagas”, “a praia triste”, “sem paz, não tenho plagas”, “estou vazio”. Tudo remete a um sentimento de falta, de desolação, de tristeza.

Contudo, isso não faz  os versos serem menos belos. Nos versos citados mesmo, encontramos imagens bem criativas e belas como o mar chorar, por exemplo, e, em vários outros, as construções poéticas são de uma grandeza singular. Podemos citar também uma estrofe do segundo poema do livro – Intensité, mais uma vez encontramos presente a tristeza, embora projetadas nos sentimentos de outrem.

“Onde moram tuas tristezas?
Acaso, de intensas vivências, acreditas,
melancólica, que de luzes, te colherei em cores?”

Observe a imagem poética do autor no último verso. “… que de luzes, te colherei em cores”. Ele compara a mulher a uma flor (colherei) mas a flor é feita de luzes, e estas, estão impregnadas de cores. Muito bela a construção.

Já na carta publicada junto com os poemas, podemos descobrir o seu romantismo e a maestria com que escreve. São reminiscências do início de sua fase adulta, que ele compartilha com os leitores que quiserem conhecer um pouco mais deste homem, hoje maduro, no arroubo de sua juventude. E, embora a carta tenha sido escrita quando ele estava com mais de cinquenta anos, não sabemos se muito ou pouco mais, mas, certamente antes dos sessenta.

É uma carta na qual ele recorda “momentos inesquecíveis e paradisíacos” vividos por ele aos 22 anos, numa época em que, a comunicação à distância, era feita, quase que exclusivamente, por cartas.

Alem das poesias de Alberto Valença, o livro traz também poesias de 9 outros poetas e poetisas. Cinco poetas e quatro poetisas. Cada um deles, à sua maneira, apresentam suas verdades em versos que traduzem os sentimentos de cada um.

Este é um ótimo presente para quem quiser fazer diferente e dar poesia à namorada no próximo dia 12 de junho. Certamente ela irá adorar e você poderá até se inspirar em alguma das poesias do livro para se expressar de maneira poética nesse dia.

Palavra é Arte é um projeto dos editores Gilberto Martins e Carmen Sestari que visa dar oportunidade a novos talentos da literatura nacional como Alberto Valença e os demais. Nas palavras dos editores, “Fazer poesia é garimpar em terreno pedregoso, repleto de seixos ou, às vezes, de abundante oferta. O poeta é, portanto, garimpeiro das palavras e lapidador ao mesmo tempo.” Para Gilberto, “O texto poético é, por isso mesmo, revelação de sentimento que vem da alma, é inspiração e o resultado de uma visão única do mundo. O poeta é o grande mestre das artes.”

Para ler o sumário acesse o Wattpad

Fonte – Arca Literária (link para a matéria)

Entrevista com o autor Alberto Valença

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  1. Fale-nos um pouco de você.Sou uma pessoa simples e, ao mesmo tempo, complexa. É difícil falar de si próprio mas, sou simples nos meus costumes, gostos, comportamentos. Por exemplo, não sou de rejeitar qualquer comida, não sou exigente nos lugares que frequento, não me considero superior a ninguém mas, por outro lado, também sou uma pessoa complexa pois, sou muito perfeccionista. As coisas que faço sempre têm que estar impecáveis. Os textos que escrevo não devem conter erros de nenhuma espécie. Claro que podem acontecer pois, somos humanos e todos cometemos falhas e, pode passar algum erro sem que eu note mas, logo que descubro, tento corrigir. Gosto muito de música e, nesta questão, sou sofisticado pois não gosto de toda música. Gosto muito de música erudita, ou seja, a música clássica. Gosto também de música popular como as de Vinícius de Moares, Toquinho, Maria Bethânia, Chico Buarque, Djavan e muitas outras desse gênero. Não tolero músicas dessas chamadas “duplas sertanejas”. Gosto da poesia e do cinema.
  2. O que vc fazia/faz além de escrever? De onde veio a inspiração para a escrita?

Bem, como todos que escrevem, eu também leio muito. O que me cai nas mãos estou lendo. Adoro ler, desde criança. Leio muito. Ultimamente tenho registrado através do Skoob, os livros que tenho lido e tenho descoberto que leio muito pouco, embora passe cerca de 40% do meu tempo lendo mas, no ano passado, por exemplo, só li 28 livros e este ano, até agora, só li dez. Alem de ler e escrever, passo cerca de 40%  do meu tempo vendo filmes. Gosto muito de cinema. Quanto a inspiração, ela vem dos mais diversos lugares. Tanto das leituras que faço, como dos filmes aos quais assisto, como do meu dia-a-dia, isto é, das coisas que vivencio ou ouço falar que alguém vivenciou.

  1. Qual a melhor coisa em escrever?

Creio que a melhor coisa é poder registrar aquilo que está se passando em sua mente, é deixar uma marca para o futuro. Uma coisa que se escreve é como um filho que geramos. É uma marca, é um pedacinho de nós que tornamos visível.

  1. Você tem um cantinho especial para escrever? (envie-nos uma foto)

Não, não tenho um cantinho especial para escrever. Escrevo em qualquer lugar e a qualquer momento.  E, algumas vezes já perdi boas inspirações por não ter como escrever, por estar em algum lugar onde não poderia dispor nem de caneta nem de lápis. Isso já aconteceu algumas vezes na minha vida. Mas nunca precisei de um lugar especial para escrever.

  1. Qual seu gênero literário? Já tentou passear em outros gêneros?

Não tenho um gênero literário que possa dizer: este é o meu gênero literário. Nunca elegi um. Aprecio vários gêneros, um deles é a poesia que, só recentemente, vim produzir de modo mais constante. Mas, na adolescência, compus alguns versos. Cheguei até a compor algumas notas de uma música. Mas na música, nunca fui além dessas poucas notas. Já a poesia, eu passei a criar mais e mais poemas, a ponto de hoje, já ter cerca de duzentas poesias.
Já escrevi em outros gêneros sim. Já enveredei pelos contos, por exemplo. Também já me aventurei nas crônicas mas, nunca me aventurei no romance, embora seja um dos meus futuros projetos.

  1. Fale-nos um pouco sobre seu(s) livro(s). Onde encontra inspiração para título e nomes dos personagens?

É muito difícil para mim falar do meu próprio livro mas, vou começar dizendo como ele aconteceu. No ano passado recebi uma mensagem do editor, Gilberto Martins, no Recanto das Letras onde publico algumas de minhas poesias. Ele dizia ter gostado muito de uma delas  de minhas poesias e falava de um projeto, o Palavra é Arte, para publicação de algumas poesias minhas junto com outros autores. Perguntou se me interessava.  Respondi afirmativamente e comecei a escolher entre dez e quinze poesias que seriam publicadas no livro. Selecionei então umas 20 ou 30 poesias. Pedi ajuda a algumas amigas para quem enviei para elas as poesias que havia selecionado pedindo que, cada uma, escolhesse dez poesias como melhores daquela seleção. As quinze poesias que foram mais escolhidas foram as que selecionei para enviar para editora. Veio então a fase da correção e diagramação e, finalmente, recebi o meu livro publicado.

  1. Qual tipo de pesquisa você faz para criar o “universo” do livro?

Esta pergunta não cabe para o meu livro. Não foi feita pesquisa nenhuma pois o universo do meu livro é muito variado, sendo um universo diferente para cada poesia.

  1. Você se inspira em algum autor ou livros para escrever?

Claro, mas nem sempre isso ocorre. Muitas vezes minha inspiração é interna. É claro que aí tem a minha bagagem cultural que, certamente, está impregnada do estilo dos meus autores prediletos.

  1. Você já teve dificuldade em publicar algum livro? Teve algum livro que não conseguiu ser publicado?

Não. Pelo contrário. Até tive facilidade. A dificuldade é para divulgar o livro, não para publicar.

  1. O que você acha do novo cenário da literatura nacional?

Eu não enxergo um novo cenário. Até porque, não conheci o cenário do passado, isto é, não vivenciei as dificuldades que os escritores encontravam. Não creio porem que fosse muito pior do que agora. O cenário da literatura nacional é lamentável.

  1. Recentemente surgiram várias pessoas lançando livros nacionais, uns são muito bons, outros nem tanto, outros são até desesperadores, o que você acha sobre este boom?

Sobre esta questão eu tenho péssimas experiências. Já comprei um livro na Amazon, por exemplo, que tive uma verdadeira revolta por tê-lo adquirido. Ele não era só mal escrito. Explorava um assunto inteiramente inexpressivo e tinha tantos erros que era mais difícil encontrar o que não estava errado. Em um conjunto de dez páginas cheguei a encontrar mais de trinta  erros. Erro de todo tipo. De grafia, de gramática, de concordância, etc. Eu considero isso um absurdo. Uma editora só devia aceitar publicar um livro com um revisor confiável, com um bom currículo. Caso contrário, deveria ser responsabilizada por danos morais e materiais juntamente com o autor.

  1. Qual sua opinião sobre os preços elevados dos livros nacionais?

Considero um absurdo que alguém para ler um livro, tenha que dispender 30, 40, 50 reais e, algumas vezes, até mais que isso. Isto é um forte indício do valor da educação para os nossos governantes. Os livros deveriam ter incentivos e serem distribuídos para todos.

  1. Qual livro você falaria: “queria ter tido esta ideia”?

Talvez até já tenha acontecido isso mas, não recordo.

  1. Se tivesse que escolher uma trilha sonora para seus livros qual seria? (nome da musica + cantor)

A quinta sinfonia de Beethoven, interpretada pela filarmônica de Berlim.

  1. Já leu algum livro que tenha considerado “o livro de sua vida”?

Sim. O Pequeno Príncipe (Exupéry), Dibs, em busca de si mesmo (Virginia M. Axline) e Fernão Capelo Gaivota (Richard Bach).

  1. Você tem novos projetos em mente? Se sim, pode falar sobre eles?

Sim. Estou prestes a lançar um livro de poesias só meu que já está em fase final de edição. Também tenho desejo de escrever um livro de contos e, talvez, até um romance. Mas isso é coisa pra longo prazo.

  1. Você acompanha as críticas feitas por blogueiros nas redes sociais? O que você acha sobre isso?

Acompanho de alguns sim. A maioria escreve muito mal. Comete erros graves de concordância, de sintaxe, de gramática, etc. Mas aqueles que acompanho escrevem um pouco melhor. Mas é lamentável ler algumas coisas que encontramos por aí.

  1. Se pudesse escolher um leitor para seu livro (escritor, alguém que admire) quem seria?

Uma poetisa que admiro muito: Bartyra Soares, acadêmica da Academia Pernambucana de Letras.

  1. Qual a maior alegria para um escritor?

Creio que é ver seu livro nas mãos de alguém que não conhece.

  1. Deixe uma mensagem a nossos leitores e para aqueles que estejam iniciando no mundo da escrita literária.

Para os leitores, desejo que tenham tantas alegrias quanto já tive na vida lendo os mais variados livros. Para quem desejar um dia escrever um livro, sugiro que leia muito. Muito significa mais do que o normal. Isto é, se você está acostumado a ler 1 livro por mês, leia 10. Se está acostumado a ler 10, leia 20 ou 30. O maior amigo de um escritor é um livro permanente nas mãos para ler.

O que falaram sobre o livro no Skoob

Tom Azevedo

Coração às vezes partido, alma de poeta inteira pelos amores que se foram, pelos amores que se deixaram levar.
Alberto Valença Lima é, então, um poeta romântico, saudoso da suprema alegria de estar nos braços de amores transformados em musas ou musas transformadas em amores. Musas que fazem mais do que inspirar e que também fazem o escritor celebrar o amor.

Não só ao enamoramento o poeta dedica palavras. Há espaço para a saudade dolorosa da mãe e momentos para cantar a vida, como no trecho do poema “Um homem maduro”:

“Não vivemos na Terra para sofrer,
Só temos na história, uma missão:
Chegar ao céu, que é a perfeição.”
Tom Azevedo

Wilton Fonseca

Hoje, tive a feliz oportunidade de ler poesias de Alberto Valença Lima, poeta de Pernambuco. Ele honra o nome de um outro Valença, também pernambucano talentoso, o Alceu. Alberto respira poesia. Seus versos são naturais e dão a impressão de que as rimas fluíram naturalmente da alma em forma de poesia. Sua performance tem certa pureza selvagem, incontrolável. Daí as referências ao mar, às plantas silvestres. Na forma, mostra refinamento ao aplicar com maestria os recursos do soneto, a poesia por excelência. Espero que o poeta maduro, como ele mesmo intitula-se, tenha a oportunidade de sempre brindar-nos com a pureza de seu talento.

Wilton Fonseca

Daniela Viegas – Uma pérola incrustrada entre dois blogs

Olá, em algum dos posts antigo eu já tinha admitido meu amor pela leitura, o fato de ler praticamente de tudo um pouco e de sempre ler livros diferentes e de novos escritores tanto nacionais como internacionais. A resenha de hoje nos mostram não só o amor pela leitura, mas o amor pela escrita, pois os livros “nascem” assim, da necessidade de expressar tudo aquilo que estava em sua alma. Nosso querido Alberto (assim como eu, colaborador do blog Meu Pequeno Vicio Aqui e dono do blog Verdade de um ser Aqui  ) além de criticamente e sensível em sua visão unica da sétima arte se dedica a doce e desafiadora arte de escrever  poesias.

Sinopse:

         Coletânea de poesias de diversos autores que fazem da poesia uma forma de comunicação com o mundo. A´poesia tem uma estreita relação com a arte e, essencialmente com a beleza. Ela é, em si, a síntese de todas as demais manifestações de ordem estética ou comunicativa. Sem ela de que nos serviria a pintura, a escultura, a música, a dança?

       Alberto Valença Lima publicou em 2014 um poema de sua autoria numa antologia e, desde a infância, gostou de escrever. É poeta e escritor no Recanto das Letras e tem um blog chamado Verdades de um Ser desde 2006, onde escreve sobre literatura, cinema, música e outros assuntos do cotidiano. Nesta coletânea ele publica 15 de seus poemas e uma carta escrita para uma ex namorada. (Sinopse do Skoob)

Trechos do livro:

“Estes versos,  hoje tão tristonhos,
se mancham de alegria na janela,
a molhar a camisa, que nos sonhos,
chegam iluminando com vela.”

(página 20, Saudades de você, Alberto Valença Lima)

Esse livro é um projeto, onde vários escritores tem quinze poemas publicados cada um. O livro não segue um tema, mas, apesar de não ter um “tema” estabelecido, todos os autores escreveram um ou mais poemas que falam de saudades. Os estilos de escritas, de emoções são únicos para cada autor, todos os poemas tem o nome do escritor embaixo. O livro é cheio de ilustrações simples que rementem a natureza, a simplicidade da vida, porém cheia de beleza, assim como as poesias do livro, que são belas, sonoras e presente no nosso dia a dia, nas situações vividas por todos nós.

      Alguns dos poemas que mais gostei são os mais sonoro, com a estrutura mais “clássica” (com os versos com a terminação de palavras iguais) da poesia,  sonetos ( com quatro estrofes duas com quatro versos e duas com três versos):  Pela minha janela hoje, Versos na surdina, Para minha mãe e Soneto da saudade, Saudades de você,  Pequena carta para Ray Charles, Flores, Um samba de amor, O que sou?  Toxina sinistra, Pardalzinho do telhado, Para a alma não existe disfarce e Cura-me.

        Enfim, é um bom livro. Uma leitura rápida, porém cheia de conteúdo,  pois cada poema é um universo, uma situação, uma ação diferente, de cada escritor, que usou de sua experiencia, e extraiu de sua vida, arte da poesia, onde transformou o sentimento, na mais pura arte. É transformar uma carta, uma mensagem em poema, nos deixando assim, a ideia ( a certeza) de que a vida e a poesia estão lado a lado.

       Eu espero que vocês tenham gostado da resenha, leiam o livro, que foi escrito com muito carinho, e se também gostam de poesia,  me deem sugestões de livros e de poetas. É sempre bom conhecer novos escritores e livros.

Por Daniela Viegas

Página do blog Somos todos poeira estelar

Página do blog Meu pequeno vício

O livro pode ser adquirido diretamente com o autor no seu site oficial ou através de contato nas redes sociais a seguir.

Site oficial do autor

Página do livro no Facebook

Página do livro no Skoob

O autor está fazendo uma promoção que pode ser conferida no seu site oficial. Acesse-a no link acima e clique na guia Promoção para conhecer detalhes.

Um ano bom – Ana Faria [Livro]

Um ano bom – Ana Faria

um ano bom capa2web

O livro de estreia de Ana Faria é apresentado em 35 capítulos que se desenrolam em uma narrativa quase perfeita. A autora consegue oferecer ao leitor através de Um ano bom uma oportunidade de refletir sobre vários temas que são abordados ao longo da história de Christopher (Chris) e Clara.

A narrativa é feita na terceira pessoa e, dentre outros, são explorados, com muita propriedade e seriedade, os seguintes temas: bullying, gravidez prematura e indesejada entre adolescentes, educação religiosa, respeito ao próximo, namoro, a formatura do 2ºgrau, a escolha de profissão, a relação entre pais e filhos, a separação dos pais.

Os personagens

Os personagens principais são Christopher e Clara. Alem destes, há ainda alguns outros que merecem destaque como Augusto, o pai de Clara, Lilian, a mãe de Chris, Jéssica, uma das colegas de Chris e Clara na escola, Tiago também aluno da mesma classe dos principais personagens, Ariana, vizinha de Clara e Juliana, mãe de Clara. Alem de outros menos significativos e que não iremos falar sobre eles. A seguir, farei uma pequena análise (resumo) de cada um desses personagens.

Christopher (Chris) é o rapaz mais bonito da escola, atleta e cobiçado por todas as garotas. Sempre cercado de amigos, tinha boa relação com os professores e, apesar de não ser um aluno exemplar, de destaque, conseguia quase sempre manter-se na média e, quando a nota baixava, sempre conseguia se recuperar. Apesar deste sucesso e alto índice de popularidade, ele não era arrogante, ao contrário de seus colegas. Fica interessado em Clara e se empenha em se aproximar dela.

Clara era uma moça de 17 anos que estava chegando na classe de Chris pela primeira vez, no ano em que cursavam o último ano do Ensino Médio. Ao contrário dos demais, que estudavam juntos desde a sexta série do Ensino Fundamental, Viera transferida de outra escola de onde fora expulsa por causa de uma briga com outra garota que vivia atormentando-a por inveja ou despeito. Na briga, Clara quebrara o braço da colega que deu queixa na polícia e tiveram, ela e o pai, que comparecer na delegacia. Era uma menina despojada e excêntrica, com cabelos pintados de vermelho e roupas fora dos padrões. Apaixona-se por Chris logo que o vê mas, fica resistindo a admitir isso com medo de machucar-se.

Augusto é o pai de Clara. Um homem atormentado e triste, que sofria desde que a esposa e mãe de Clara os abandonara, deixando apenas um bilhete quando Clara ainda era uma menina de cinco anos. Desde então não dera mais nenhuma notícia.

Juliana era a mãe de Clara, de quem o leitor só toma conhecimento de sua existência pelo fato narrado anteriormente e, até a quarta parte final do livro, permanece ausente da narrativa. Só nesta parte final é que o leitor será apresentado a ela.

Ariana é a melhor amiga de Clara e também sua vizinha. Tem um maior equilíbrio e representa o lado correto e mais bem comportado dos jovens.

Tiago é o melhor amigo de Chris e também seu colega de classe. Vai desempenhar um papel mais importante na parte final do livro quando engravida uma menina e se desespera diante da possibilidade se ser pai. E neste ponto Chris o ajudará muito como amigo.

Jéssica é a menina mais bonita da escola e estuda na mesma classe de Chris de quem já foi namorada por um tempo e nutre esperanças de uma renovação. Terá um papel decisivo na história pois será a responsável pelo tormento de Clara na nova escola, implicando com ela e tudo fazendo para desestabilizá-la. Clara reúne forças e paciência para cumprir o que prometera ao pai de não brigar mais no novo colégio.  Jéssica lidera uma turma de patricinhas como ela, que a idolatram e a seguem como se fossem suas súditas.

Lilian é a mãe de Chris que vive sozinha junto com Chris e o irmão desde a morte do marido. Não tem grande participação na história além de uma conversa com Clara e com o filho.

Todos os personagens são muito bem construídos e elaborados pela autora que deve ter feito uma boa pesquisa para realizar um trabalho tão bem feito.

Dados bibliográficos

Título – Um ano bom
Autora – Ana Faria
Editora – Ases da literatura
Páginas – 231
Ano de publicação – 2014
ISBN – 9788541303941
Revisão – Marcia Dias
Diagramação – Isabelle Martins
Capa – Rebeca Prado

A história de Clara e Chris se desenvolve, como já foi dito, em 35 capítulos, distribuídos em 131 páginas. A grande maioria deles é muito curto, isto é, duas ou três páginas apenas. Após o capítulo final a autora oferece um roteiro de estudos, que pode ser usado não só por alunos cujos professores adotem este livro como literatura complementar para suas aulas de literatura, como também por qualquer outro leitor que queira explorar melhor a leitura realizada. Tudo isso, além de uma página dedicada aos dados da editora e dos contatos da autora.

A autora Ana Faria

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Ana Faria é geógrafa e professora que se aventurou na arte de escrever, realizando um desejo que tinha desde pequena que era fazer a diferença na vida das pessoas. Este é o seu livro de estreia mas ela já  publicou um outro livro intitulado Um amor de muitos verões. Ela também é confeiteira e adora cinema e leitura. É mineira de Belo Horizonte aonde mora.

Já escreveu poemas, contos e romances. No livro ela apresenta um de seus poemas através de Clara. Também gosta de esmaltes, viagens e teologia. Está publicando semanalmente um novo capítulo de seu novo livro intitulado Um romance inapropriado.

A autora pode ser encontrada em um dos links a seguir.

Ana Faria

Minha opinião

Há muito tempo não leio um livro quase de um só fôlego como aconteceu com este. Só não o li num só dia por absoluta falta de tempo motivado por diversos outros afazeres e obrigações mas, a leitura foi feita em apenas cinco dias. Isso é inédito desde que li O advogado de John Grisham. Nem mesmo Versilêncios, que era um livro de poemas e fininho, não li de um só fôlego.

A autora conseguiu escrever um romance muito bem estruturado e com personagens cuidadosamente construídos. Os cenários são descritos com exatidão e detalhes, lembrando Graciliano Ramos, com sua perfeição descritiva em Vidas Secas que é citado no livro embora não seja mencionado o título. No Skoob, assim me manifestei no histórico de leitura:

“Um livro que tinha tudo pra ser perfeito mas, infelizmente, peca por um defeito muito grave: As letras além de minúsculas, são muito empilhadas umas sobre as outras. Isso prejudica imensamente a leitura além de causar uma aversão ao início dela. Lutei contra esta aversão e estou me deliciando com a riqueza empresatada pela autora aos seus personagens que lembra, em muitos casos, o próprio Graciliano Ramos por ela citado na descrição dos cenários de personagens.”  Nota: 4 (Ao final da página 43)

“Este livro realmente me surpreendeu. Ele é quase perfeito. Só não leva as 5 estrelinhas por duas razões: algumas poucas falhas na revisão e a diagramação muito ruim, com letras muito pequenas e linhas muito próximas uma da outra dificultando muito a leitura. No mais, ele é magnífico.. Uma narrativa ágil e cativante, personagens e cenários muito bem descritos, personagens muito bem caracterizados, bem explorados e sem se tornarem supérfluos nem cansativos. É um livro que recomendo a qualquer pessoa principalmente àquelas que gostem de romances.”  Nota: 4 (Ao final da página 170 quatro dias depois)

“Fazia tempo que não lia um livro quase de um só fôlego. Um ano bom foi, como já falei, uma grata surpresa mas, ao mesmo tempo, uma pequena decepção pois, tinha quase certeza de que, ao finalizá-lo, aumentaria para cinco estrelas a minha cotação, apesar das pequenas falhas já apontadas. Infelizmente, isso não aconteceu. Alem de pecar novamente na revisão em dois outros trechos, de fazer citações inadequadas e incorretas, a autora se perde um pouco na parte final do livro. A partir do capítulo 26 ocorre uma reviravolta meio mágica na narrativa e isto macula de forma lamentável o desenrolar da história que vinha sendo tão maravilhosamente bem conduzida. Embora isso tenha me impedido de dar as cinco estrelinhas para o livro, ele não deixa de ser uma grata surpresa e merece as 4 estrelinhas. A autora consegue, ao menos até a página 173 causar uma excelente impressão, ou seja, é pelo menos 3/4 do livro. A quarta parte final deixa um pouco a desejar mas, ainda assim, é bem explorada e os temas abordados são de grande relevância como bullying gravidez em adolescentes, separação dos pais, criação de filhos, amizades, ética, comportamento de adolescentes e alguns outros. Todos temas de muita importância, principalmente para adolescentes. Uma leitura maravilhosa!”  Nota: 4 (Ao concluir a leitura no dia seguinte)

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Agradeço a Ana pelo livro e pela parceria.

Guardarei com carinho este livro com dedicatória.

(Para ampliar, clique na foto)

A última música – Julie Anne Robinson [Filme]

Título original – The last song

Este filme foi publicado no blog Meu pequeno vício no qual sou colunista de filmes no dia 11 de junho, daí a referência ao Dia dos Namorados a seguir.

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Diante da proximidade do Dia dos Namorados, resolvi escolher um filme de amor para indicar aos pombinhos para verem juntos amanhã, dia 12 de junho, quando se comemora esta data. E casualmente, assisti a este fime no Netflix. A última música é um filme cujo roteiro foi baseado no livro homônimo de Nicholas Sparks. O roteiro do filme é do próprio Sparks e de Jeff Van Wie. Posso lhe garantir que você não vai se arrepender a assistir a este filme com sua namorada ou namorado.
Bem, o filme inicia com um incêndio em uma igreja do qual os bombeiros retiram dos escombros um homem, Steve Miller (Greg Kennear), um pianista e ex-professor da Julliard School divorciado da esposa com dois filhos, Jonah (Bobby Coleman) e Ronnie Miller (Miley Cyrus).

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Logo após a cena do incêndio há um corte e surge uma caminhonete na estrada que está sendo dirigida pela mãe de Ronnie e Jonah, Kim (Kelly Pretron), que está levando os filhos para passarem o verão com o pai numa praia na Georgia em Tymbee Island, pequena cidade litorânea. Jonah ao chegar faz a maior festa com o pai e fica maravilhado por ele morar na beira-mar. Já Ronnie nem sequer fala com ele, ainda ressentida por terem sido abandonados pelo pai quando ele se divorciou. Dirige-se então para praia, vestida como tinha chegado, com um coturno, calça e blusa pretos. As pessoas na praia a olham como um bicho raro. É quando acontece um tropeção entre ela e Will (Liam Hemsworth), um talentoso atleta que joga voley de praia e é bem popular entre as meninas do lugar.

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A paquera se define neste instante embora Ronnie faça tudo para demonstrar que não tem interesse. Como a cidade é pequena eles se encontram com frequência. Ela se responsabiliza para defender alguns ovos de tartaruga que descobre na praia e que estavam sendo ameaçados pelos quatis e ele trabalha no Aquário da cidade. Isso começa a aproximá-los. A relação difícil dela com o pai vai aos poucos melhorando e, quando ela recebe um beijo roubado fica nas nuvens e conversa com o pai já que não tinha nenhuma amiga ali.

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Os desempenhos são muito bem conduzidos pela diretora e a música de Aaron Zigman é muito bela. Ela havia sido presa em Nova Iorque por roubo e uma menina com ciúmes dela por pensar que ela está paquerando seu namorado, coloca uma pulseira na bolsa dela sem ela perceber e ao saírem da loja o alarme dispara. O dono pede para ver a bolsa dela e lá encontra a pulseira e leva-a para delegacia. O pai vai até lá para tirá-la. Surge o primeiro momento de confiança entre eles.

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O desempenho do menino é muito bom e o dela melhor ainda. Ela é uma cantora e atriz Ela ficou muito conhecida após interpretar Hannah Montana em 2006, uma série de Walt Disney e já ganhou vários discos de platina por seus discos muito bem aceitos nos Estados Unidos.

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O filme tem alguns diálogos muito bonitos, cenas bem românticas e uma história bem arrumada embora bem previsível mas, ganhou cinco estrelinhas e eu recomendo a todo casal apaixonado assistir a este filme juntos.

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A seguir, alguns quotes do filme.

Nós não somos perfeitos. Cometemos erros, fazemos bobagens, mas então perdoamos e vamos em frente. Querida, ao  menos você tem a coragem de sentir. Você sente tudo tão profundamente. Você é filha do seu pai.

As pessoas cometem erros Will. Até as pessoas que amamos. Não somos perfeitos. Nenhum de nós.

O amor é frágil Ronnie. E nem sempre cuidamos dele muito bem. A gente faz o melhor que pode e torce para que esta coisa frágil sobreviva apesar de tudo.

O amor é um pouco louco.

Sua mãe me contou que não passou nos exames de admissão mas sei que para errar todas as questões é preciso ser inteligente.

Um dia você vai abrir seu coração e vai tocar de novo.  E não será para agradar a sua mãe ou a mim. Será por você. Porque a  música e o amor trarão alegria a você.

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Produção – Norte-americana
Direção – Julie Anne Robinson
Ano de lançamento – 2010
Duração do filme – 1 hora e 47 minutos
Música – Aaron Zigman
Elenco e personagens:
Miley Cyrus como Veronica “Ronnie” Miller
Greg Kinnear como Steve Miller
Liam Hemsworth como Will Blakelee
Bobby Coleman como Jonah Miller
Kelly Preston como Kim, mãe de Ronnie e Jonah
Nick Lashaway como Marcus
Carly Chaikin como Blaze
Adam Barnett como Teddy
Nick Searcy como Tom Blakelee
Melissa Ordway como Ashley
Carrie Malabre como Cassie
Lance E. Nichols como Pastor Charlie Harris
Hallock Beals como Scott
Stephanie Leigh Schlund como Megan Blakelee

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